A esquerda é uma piada: Querem impichar um presidente honesto por causa do ‘zap zap’

Amanda Nunes Brückner | 26/02/2020 | 6:45 PM | MÍDIA
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(Guilherme Piacesi Ramos – advogado – reprodução)

Quem disse que o Presidente da República mandou os vídeos convocando para os atos do dia 15/03 foi a jornalista Vera Magalhães.

Vou repetir o nome, em caixa alta alta: A VERA MAGALHÃES.

Uma ativista da elite do bloco da Mídia Criminosa e Golpista que passa 24 horas por dia criando factoides para desestabilizar o Governo e desgastar a figura de Jair Bolsonaro.

Vocês vão acreditar no “furo” de notícia que ela deu? No “furo” da Vera Magalhães? Devem estar de brincadeira mesmo …

Na boa, pessoal! Não deem crédito ao “furo” de reportagem da Vera Magalhães.

Não vale a pena nem perder tempo olhando para o “furo” dela. Não se sintam atraídos.

Por outro lado, sobre os vídeos propriamente ditos, eu assisti a eles.

Foi a própria Vera Magalhães quem os disseminou no Twitter – ela sim, que os postou de forma pública.

Não tem nada demais neles. E eles trataram da verdade.

O patriota que fez a sua edição está totalmente certo.

O que de fato estão pretendendo é censurar o próprio Presidente da República, ao dizer que ele “atenta contra a democracia” ao postar um simples vídeo em sua conta no Whatsapp, para amedrontá-lo e fazer com que ele não diga mais nada sobre o dia 15/03, carinhosamente alcunhado por mim e outros de “Dia do Foda-se”.

Não se iludam, meu caros. O que o “establishment” e a mídia “mainstream” fará, de agora em diante, é tentar impor a “ressignificação” do movimento do dia 15/03 (que é oportuno e legítimo), para passar a ser visto como algo anti-democrático, que atente contra as Instituições.

Mudar o significado das coisas (especialmente das palavras) faz parte da linha de ação da esquerda.

É a “revolução semântica” de que fala Flavio Gordon, na qual tenta impor-se novos padrões de fala e comportamento, por meio, muitas vezes, de uma revolução no dicionário (“A corrupção da inteligência – intelectuais e poder no Brasil”, Record, 10ª edição, 2019, RJ, pág. 120, capítulo 5).

Na verdade, esse pessoal já está sentindo que essa manifestação do dia 15, com sua pauta única – apoio a Bolsonaro – vai de fato estremecer tudo e servir como “ponto de inflexão” para a sociedade, para usar uma expressão que o agora Presidente da República usava na campanha.

Como eu já falei, ser pacífico não é ser passivo. E a sociedade de bem não é frouxa, não é covarde.

Se tentarem nos intimidar com algo, como essa narrativa absurda de “impeachment” do Presidente por ter supostamente compatilhado vídeo, o caldo vai entornar.

Tentem mesmo derrubar por “impeachment” um Presidente que passou o Carnaval inteiro demontrando, ao vivo, que é amado pelo povo, povo esse que já enxerga os efeitos da mudança no Brasil, com a melhora dos índices econômicos e da segurança pública.

Tentem mesmo; vão em frente.

Alguém precisa dizer a essa gente que nós não somos otários; que não somos idiotas; que estamos dispostos a ir para o tudo ou nada para nos fazermos ser respeitados.

Alguém tem que fazer com que eles enxerguem a verdade e percebam que as coisas mudaram, na forma de se fazer política no país. E esse alguém somos nós, o povo.

Deixe que venham. Não temos medo!

(Guilherme Piacesi Ramos – advogado)


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