A esquerda politiza doenças, destrói indivíduos e famílias

Amanda Nunes Brückner | 25/07/2020 | 1:36 PM | MÍDIA
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Sim, a esquerda está politizando a doença e se aproveitando da pandemia para fazer proselitismo.

Estão, inclusive, burocratizando e tentando impedir o tratamento, baseados em estudos duvidosos e motivados por simples ideologia.

É absurdo, mas não é motivo para espanto.

A esquerda já politiza doenças diversas; com consequências muitas vezes letais.

Uso de drogas, por exemplo, é tratado como uma bandeira progressista.

Formadores de opinião, além de se declararem usuários, romantizam o caso.

Um caso que destrói indivíduos e famílias.

Obesidade é outra doença grave, que mata 4 milhões de pessoas, por ano, no mundo.

Só no Brasil, são 160 mil vidas perdidas.

Mesmo assim, é tratada como algo “revolucionário”, uma “quebra dos padrões estéticos”.

Temos o exemplo, também, da ideologia de gênero.

O transtorno identitário é uma doença grave.

Prova disso é que, entre os transexuais, a média de tentativa de suicídios atinge os 41%, quase 10 vezes superior à média.

E não estou dizendo que a pessoa não tem direito de fazer suas modificações corporais, vestir-se como se sente bem e relacionar-se sexualmente, com pessoas legalmente capazes, da forma que lhe der prazer.

Mas ela precisa ter esclarecimento e aceitação própria pelo que realmente é.

A própria Judith Butler, em seu livro “Problemas de Gênero – Feminismo e subversão da identidade”, trata a ideologia de gênero como um movimento POLÍTICO, não científico.

Há anos, o progressismo mata, por normalizar e negar tratamento a toxicômanos, obesos e pessoas trans.

Tudo isso sem nenhum respaldo científico ou qualquer empatia pelos indivíduos.

O objetivo é somente criar uma massa de manobra alienada e descartável, para atuar em seus “coletivos”.

Qual, então, é a surpresa pela conduta que adotaram em relação ao Covid?

Não é um fato isolado. É um padrão de comportamento.

“Usar ou manipular outras pessoas não é um ato de amor, mas de traição.”
(CHAPMAN, Gary)


(texto de Felipe Fiamenghi)


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