A mentalidade criminosa do esquerdista baseia-se na distorção da realidade

Amanda Nunes Brückner | 19/06/2020 | 11:50 AM | MÍDIA
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O tesouro do conservador

(por Marco Frenette)

Nos momentos de crise ou desesperança, é importante ter em mente que nossas emoções e dúvidas não alteram a realidade.

Também não se altera as coisas alterando seus símbolos. Uma derrota é uma derrota, mesmo que insistamos em chamá-la de vitória, assim como um chute na canela permanecerá como agressão, mesmo que nos digam que se trata de um novo tipo de carinho.

A mentalidade criminosa do esquerdista baseia-se, justamente, na distorção da realidade por meio da linguagem, justificando, desse modo, seus crimes.

Não é algo que nenhuma pessoa honesta deva tomar como exemplo a ser seguido.

Até porque, se um conservador acredita que pode combater a criminalidade esquerdista com jogos de palavras, está muito enganado, pois estará em um campo no qual os esquerdistas são profissionais, enquanto que ele ainda nem atingiu o estágio de amador.

A força do conservador está na linguagem honesta e crua, usada para desvendar a realidade.

Esse é o seu grande tesouro, assim como o “tesouro” do esquerdista é a dissimulação.

É por esse motivo que os livros clássicos do conservadorismo, tais como os de Burke, Kirk, C. S. Lewis e Skousen são uns primores de lógica, clareza e honestidade intelectual; enquanto que os de esquerda, tais como os de Foucault, Laing e Marx são labirintos excrementais, embora escritos com admirável estilo literário.

Conservador que tem vergonha ou medo de falar claramente é uma peça inútil ou perniciosa no tabuleiro político e na guerra cultural.

Porém, seu voto é fundamental.

Cada um luta como pode.

Se tivesse que arriscar dizer o que torna uma pessoa conservadora, diria que é seu esforço em subordinar sua linguagem à realidade.

Porque dessa subordinação depende a defesa da família, da nossa cultura e de nossos valores.

Na outra ponta está o esquerdista, que em vez de subordinar a linguagem à realidade, usa-a para se distanciar da realidade.

Ao completar o distanciamento, surge o sociopata.

A purificação da linguagem leva ao ouro verdadeiro, enquanto que a mistificação da linguagem leva ao excremento que o esquerdista acaricia e protege como se fosse valioso metal.


(por Marco Frenette – jornalista, escritor, editor e diretor de comunicação)

 

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