🤮 Achinesando o mundo: Autoridade Europeia dá pré-aval para comercialização de alimentos com insetos

13/01/2021

(Bloomberg)

O parecer da Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA, na sigla em inglês) é um primeiro passo antes que as autoridades considerem se aprovam a venda de salgadinhos, barras de proteína, biscoitos e outros alimentos que contenham insetos como ingredientes.

A decisão dá impulso para o negócio de criação de insetos, que a empresa de pesquisa Arcluster prevê que multiplicará por dez, ultrapassando US$ 4,1 bilhões globalmente até 2025. Os insetos emergem como fonte mais sustentável de proteína graças ao seu menor impacto ambiental e alto valor nutricional, atraindo financiamento recorde de capital de risco e atenção de gigantes como Cargill e Nestlé.

“É um marco claro e importante para todo o setor”, disse Antoine Hubert, cofundador da francesa Ynsect SAS, que cria larvas de farinha e planeja se expandir em nutrição esportiva. “Haverá um efeito bola de neve. Isso aumentará o potencial para investir em mais capacidade e atrair mais financiamento para apoiar o crescimento.”

Esta é a primeira avaliação do risco de insetos como alimentos pela EFSA com sede em Parma, Itália, que tem outros 14 pedidos de autorização pendentes para insetos – de grilos a gafanhotos.

A agência também disse que as reações alérgicas às larvas da farinha são possíveis, por isso mais pesquisas são necessárias.


Comentário – Rodrigo Miceli (escritor)

União Europeia dá aval preliminar para alimentos à base de insetos” A campanha contra a agropecuária já vem ocorrendo há tempos, seja com teorias esdrúxulas como o impacto do gado no efeito estufa, seja com terrorismo emocional em documentários sobre abate de animais, seja com o lobby vegano que vende a imaginem de que ausência de carne é sinônimo de boa saúde e até elevação espiritual, etc., etc.

E o que substituirá a proteína dos bifes em nossos pratos? A proteína dos insetos, das Larvas; vermes de farinha.

O relatório ao Parlamento Europeu sublinha os objetivos do “Pacto Verde”: uma agricultura “sustentável” de mínimo impacto ambiental, e um “abastecimento alimentar resiliente”, que teria se tornado “urgente” pela Pandemia do novo coronavírus.

Então é este o plano? Destruir a Economia com lockdowns periódicos nos próximos anos até que a fome seja uma realidade e nos façam comer vermes? Se as pessoas soubessem o que está por vir, não estariam anestesiadas em casa, acreditando que se fizerem tudo direitinho, voltarão à vida normal.

Não haverá volta ao normal. Os senhores do mundo já falam numa nova era “Pós-Corona”. O mundo “Pré-Corona”, onde fomos nascidos e criados, não existe mais.

 

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