Agenda do “coronavirus” foi abandonada em nome de uma epidemia histérica de “racismo e fascismo”

Amanda Nunes Brückner | 14/06/2020 | 7:34 PM | MÍDIA
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Já que parece que ainda não fui claro o bastante, vou desenhar então – outra vez – o cenário que estamos vivendo.

Existe uma pandemia mundial, que foi tratada com imaturidade, histeria e oportunismo político, inclusive pela entidade internacional mais relevante nesse assunto: a OMS.

No Brasil, tudo foi muito pior:

– A mídia se dedica a promover pânico generalizado, e a demonizar qualquer tentativa de explicar que a economia é tão relevante quanto a saúde. A agenda é claramente política, de oposição ao governo federal.

– A histeria criou um trauma que levará muito tempo para ser curado. Conheço pessoas que estão com verdadeiro pânico de sair às ruas. Não são poucas.

– Autoridades de todos os poderes e níveis tomaram medidas que violam direitos fundamentais do cidadão e que são claramente inconstitucionais.

– Dados sobre mortes da pandemia são apresentados SEMPRE de forma a criar a impressão de uma situação descontrolada e sem qualquer esperança, quando os dados, na realidade, mostram uma situação já sob controle.

– Ensaia-se um desastre econômico sem precedentes. Um número gigantesco de pequenos e médios negócios irá fechar para sempre.

– A extrema-esquerda assumiu a liderança desse processo sem qualquer pudor. Soltura em massa de criminosos, demonização do empresariado e interferência do Estado na vida do cidadão são apenas alguns dos absurdos mais gritantes.

– Quando a agenda do “novo coronavirus” começou a dar sinais de exaustão, ela foi SÚBITA E TOTALMENTE abandonada em nome da descoberta de uma nova epidemia global de “racismo e fascismo”.

Toda a cautela e medidas de prevenção foram jogadas no lixo para que multidões de vândalos tomassem as ruas, saqueando e atacando policiais.

As “referências” de tudo o que foi descrito acima estão nas dezenas de posts que fiz em minhas redes sociais (instagram.com/robertomottaoficial e twitter.com/rmotta2).

Essa é a minha visão.

Que cada um use raciocínio, bom senso e coragem moral para formar a sua.

E que Deus tenha piedade de nós.


Veja o que o ator Morgan Freeman diz sobre o rascismo


Bakunin: “Existem categorias de pessoas que, em liberdade, promoverão os interesses da revolução cometendo atos brutais e enfurecendo a população, ou que podem ser exploradas através de chantagem a trabalhar em prol da nossa causa”.
(Citações retiradas do livro To The Finland Station, de Edmund Wilson, páginas 324 e 340)


(Engenheiro, professor e escritor )

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