Aliança Mundial de Médicos diz que não há pandemia

Edson Jorge Silveira | 04/01/2021 | 3:55 AM | INTERNACIONAL
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(Arjun Walia – Instituto Rothbard – reprodução)

O que aconteceu: mais uma vez, médicos e cientistas estão compartilhando a opinião de que COVID-19 não deve ser classificado como um vírus pandêmico por não ser, na opinião deles, tão perigoso quanto a grande mídia está tentando fazer parecer.

Uma organização composta por bem mais de 500 médicos e cientistas alemães, chamada “Comissão Extra-Parlamentar de Inquérito Corona”, que compartilham a mesma percepção discutida neste artigo, também criou a “Aliança Mundial de Médicos”.

Não faz muito tempo, eles deram uma coletiva de imprensa compartilhando a visão deles.

Muitos especialistas têm enfatizado que estamos lidando com algo tão perigoso quanto a gripe.

Por exemplo, aproximadamente 40.000 cientistas, médicos e mais de meio milhão de cidadãos preocupados já assinaram a Declaração do Great Barrington.

A declaração explica que “Covid-19 é menos perigoso do que muitos outros males, incluindo a gripe”.

O CDC também divulgou novas estimativas de infecção/mortalidade que mostram números semelhantes aos da gripe sazonal.

Esta divulgação recente também fez com que muitas pessoas e especialistas questionassem a gravidade do vírus, isso foi bem depois de John P.A. Ioannidis, professor de medicina e epidemiologia da Universidade de Stanford, dizer que a taxa de mortalidade por infecção está perto de 0% para pessoas com idade inferior a 45 anos.

Physicians For Informed Consent (PIC) publicou recentemente um relatório intitulado “Physicians for Informed Consent (PIC) compara COVID-19 a períodos de gripe pandêmica e sazonal anteriores“.

Segundo eles, a taxa de infecção/letalidade do COVID-19 é de 0,26%. Você pode ler mais sobre isso e acessar suas fontes e argumentos aqui.

Depois, há a controvérsia em torno dos testes de PCR e a ideia de que a grande maioria dos casos pode realmente ser falso-positivos.

Você pode ler mais sobre isso aqui e aqui. Isso foi associado ao fato de que muitas mortes por COVID podem não ter sido realmente o resultado de COVID. Você pode ler mais sobre isso aqui e aqui.

Esses grupos são formados por especialistas veteranos na área, ganhadores do Prêmio Nobel, professores de medicina, médicos e muito mais, mas basta que uma figura como Anthony Fauci se oponha à sua opinião que ela passa a ser espalhada pelos meios de comunicação da grande mídia, suas rádios e televisões, enquanto a visão oposta é apenas ridicularizada e “desmascarada”.

Isso é muito bizarro para dizer o mínimo, a grande mídia sozinha tem o poder de fazer a maioria parecer a minoria e a minoria parecer a maioria. Eles têm um grande alcance quando se trata de regular a percepção das massas.

Os exemplos listados acima são apenas alguns entre muitos.

Neste momento, a Declaração de Great Barrington mencionada acima e a ideia de “imunidade de rebanho” estão sendo fortemente ridicularizadas pelo mainstream, sem que nenhum dos cientistas renomados que apoiam a declaração tenham a oportunidade de expor sua opinião através da mídia tradicional.

Abaixo está uma coletiva de imprensa completa realizada recentemente pela aliança.

Isto é Fake News? Nada neste artigo é falso; na verdade, essas opiniões estão sendo compartilhadas por médicos e cientistas de todo o mundo, e muitos deles.

No que diz respeito ao que eles estão dizendo e às opiniões expressas acima, é isso que está sob o escrutínio dos checadores de fatos do Facebook.

Durante esta pandemia, foi enfatizado que qualquer tipo de informação que não venha diretamente das agências reguladoras de saúde federais e da Organização Mundial da Saúde não é confiável.

Aqui está um artigo do Health Feedback, por exemplo, explicando por que números baixos de mortalidade por infecção não significam que o vírus não seja perigoso.

As organizações acima têm falado sobre a censura que sofreram de gigantes da mídia social, e este também tem sido um tema comum em toda esta pandemia.

Michael Levitt, um biofísico e professor de biologia estrutural na Universidade de Stanford, criticou a OMS, bem como o Facebook, por censurar informações diferentes e perspectivas bem fundamentadas sobre o coronavírus. Segundo ele, “o nível de estupidez” que ocorre aqui é incrível.

Conclusão: é muito intrigante ver tantos cientistas e médicos se opondo completamente às recomendações e reivindicações feitas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde o início desta pandemia.

O que é ainda mais chocante para muitas pessoas é o fato de que muitos cientistas e médicos foram completamente censurados por compartilhar suas pesquisas e opiniões sobre qualquer coisa a ver com o COVID, se elas fossem opostas às informações e recomendações estabelecidas pela OMS.

Não é difícil ver por que tantas pessoas estão confusas e tantos de nós temos crenças que diferem completamente umas das outras.

As pessoas não deveriam ter o direito de examinar informações e opiniões e decidir por si mesmas o que é e o que não é aceitável? Deveria haver um checador de fatos digital patrulhando a internet e limitando a capacidade das pessoas de ver certas informações?

Organizações como a OMS e nossos governos realmente tomam decisões que voltadas para os nossos melhores interesses, ou existem outros interesses sendo atendidos aqui?

 

Artigo original aqui.

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