Bolsonaro disse que seria fácil implantar uma ditadura no Brasil. E ela veio de bônus com seu governo

Amanda Nunes Brückner | 30/03/2021 | 7:49 AM | MIDIA
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(Texto publicado na página Toca do Lobo)

Quando o sujeito que ocupa a presidência venceu a eleição, seus opositores não acreditaram.

Estava fora dos planos. Foi uma grande zebra.

Com o resultado, juraram que ele não governaria, pois fariam de tudo para boicotar os planos do eleito. Dito e feito.

A “cabeça da serpente” chegou a garantir que TOMARIAM de volta o poder e não seria via eleições.

Alguém em sã consciência ainda não entendeu que ele falava a verdade?

O presidente eleito cometeu diversas gafes, colocou inimigos políticos dentro de seu próprio governo e se aliou com a escória da política, na inocente esperança de que assim, o deixariam governar.

Ledo engano. Não vão deixar. É carta fora do baralho.

Ele dizia que se o outro vencesse, a inflação voltaria, o caos reinaria e até Lula seria solto.
O povo acreditou. Votou nele [no Bolsonaro] e não no outro.

A inflação está nas alturas (quem faz mercado e feira sabe do que falo), dólar cada vez mais longe, o preço da gasolina disparado, trabalhadores proibidos de trabalhar, cidadãos de bem apanhando da polícia, traficantes e assassinos condenados, soltos pela porta da frente e até ele, o indigesto Lula, além de LIVRE, teve suas condenações anuladas.

Se isto não é o caos, o que seria?

O presidente fala demais, mas é submisso e baixa a cabeça a todo e qualquer algoz, que já são maioria absoluta.

Ignora qualquer aliado, pois só defende com unhas e dentes os filhos, um deles, supostamente tão sujo quanto tudo aquilo que o chefe de estado JURAVA condenar e agora acaricia.

Há os que ainda o defendem. Há os que já notaram que ele está cada vez mais isolado e sem nenhum poder.

E há os que o odeiam e vão odiar até se ele descobrir a cura pro câncer ou criar um salário mínimo de 8 mil reais.

Ontem, um soldado, no estilo First Blood ou Um dia de Fúria, teve seu “surto” (que eu chamo de coragem) e SOZINHO, absolutamente só, tentou resgatar seus amigos de farda da Matrix que se encontram.

Wesley, armado e com a cara pintada com as cores de nossa bandeira, gritou palavras de honra, que entalavam sua garganta:

“Não vou deixar, não vou permitir que violem a dignidade humana do trabalhador.”

O soldado se referia ao abuso cometido em vários estados onde idosos, cadeirantes e até crianças estão sendo violentados por uma força militar que segue ordens absurdas de psicopatas no poder.

O presidente do país disse que seria fácil implantar uma ditadura no Brasil, mas esqueceu de avisar que ela vinha de bônus com seu governo e que ele, não estaria no comando.

Ele nada, absolutamente NADA, tem feito para conter estes “ânimos”, pois diz respeitar uma Constituição que vem sido praticamente estuprada por forças maiores.

Wesley foi fuzilado por seus irmãos de farda.

O presidente, até aqui, como de costume, não se manifestou, afinal não pode manchar a chance de se reeleger, mesmo jurando em campanha de que era contra reeleição.

Foi só mais uma “mentirinha” política.

Qual a saída do Brasil?

Aeroporto? Pra onde, já que muitas das fronteiras estão fechadas para nós?

Se o livro de Churchill, que jaz na mesa do eleito, pudesse falar, já que provavelmente nunca foi sequer folheado, diria que:

“É preferível ser irresponsável e estar com a verdade do que ser responsável e no erro.”

Que falta faz homens com culhões, para colocar uma nação no eixo e honrar seu povo.

Descanse em paz, soldado Wesley.

Óscar Peréz está a lhe aguardar no portão de onde os verdadeiros MITOS são recebidos.

O resto são só mandriões sedentos por poder!

(Texto publicado na página Toca do Lobo)

 

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