Bolsonaro foi eleito para ‘meter o pé na porta’ do establishment e não para se tornar um ‘gentleman’

Amanda Nunes Brückner | 20/02/2020 | 6:47 AM | MÍDIA
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Eu juro que não entendo a “comoção” da direita com algumas atitudes do Bolsonaro.

Entendo a esquerda criticar.

Alucinados a ponto de tratar como “ilegítimo” um governo democraticamente eleito, é lógico que vão usar todo e qualquer pretexto para desqualificar o presidente.

Enche o saco. Eu sei. Mas esperar respeito à democracia, daqueles que defendem os maiores regimes totalitários do planeta, é o mesmo que esperar que um cavalo jogue poker.

Na melhor das hipóteses, ele baba nas cartas. Na pior, te dá um coice.

Mas os próprios eleitores criticarem suas atitudes, confesso, me surpreende.

Bolsonaro sempre foi Bolsonaro.

Enquanto deputado, dizia que “vagabundo tinha que se fo#$%r”, chamava repórter de ignorante…

Enquanto candidato, falava abertamente que a Globo tinha que torcer contra ele, humilhava jornalistas militantes dentro dos estúdios das emissoras …

Qual a possibilidade de, após eleito, se tornar um “gentleman”, ponderado e comedido?

Os “isentões”, que votaram envergonhados no presidente, unicamente para não eleger o PT, parecem aquelas mulheres que reclamam dos defeitos que os maridos já tinha quando eram noivos, mas elas juravam que iriam mudar depois do casamento.

Não muda… Não muda!

“Nós poderíamos ser muito melhores, se não quiséssemos ser tão bons.”
(FREUD, Sigmund)


(texto de Felipe Fiamenghi via rede social)

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