Jean Wyllys pode ter sido chantageado e obrigado a ‘vender’ o mandato, sugere deputado

Patrícia Moraes Carvalho | 22/06/2019 | 7:01 AM | POLÍTICA
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Caso pode ser “mais grave que uma simples venda de mandato” disse o deputado

No início deste ano, o (na época) senador José Antônio Medeiros (Podemos-MT) entrou com um pedido, na Polícia Federal e no Ministério Público Federal, solicitando que o caso de Jean Wyllys fosse investigado mais a fundo.

Segundo Medeiros, Jean pode ‘ter vendido’ o mandato para o vereador David Miranda, suplente do deputado.

“Fiz pedido de investigação à Polícia Federal e MPF, para investigar as supostas ameaças ao Jean Willys. Também solicito que seja investigado suposta venda de mandato eletivo, pedindo para que sejam ouvidos seu suplente e cônjuge sobre o tema”. postou o senador

Bomba número 002 …

Na tarde de ontem (20), o deputado eleito José Medeiros voltou a usar as redes sociais para falar sobre o assunto:

“Se for confirmado que o espião, com sua matrix hackeou Jean Wylys e o forçou declinar do mandato em prol seu parceiro sexual, se torna mais grave que simples venda de mandato. São linhas de investigações que não podem ser descartadas” afirmou o senador através do Twitter.




Decifrando a mensagem do senador

O que Medeiros quis insinuar é mais ou menos o seguinte:

Pode existir a hipótese de que Jean Wyllys teria sido hackeado e coagido a abrir mão se seu mandato para que David Miranda (suplente e marido do jornalista Greenwald) pudesse assumir o mandato no lugar dele.

Seguindo o raciocínio de Medeiros, Glenn Greenwald poderia, por exemplo, ter chantageado Jean.

Que fato tão grave teria cometido Wyllys a ponto de ter que abrir mão de um mandato e se refugiar em outro país?


 

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