Controle social é a tara de todo esquerdista

Amanda Nunes Brückner | 20/01/2021 | 2:48 PM | MIDIA
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O que é controle social?

(por Marco Frenette – escritor)

Esse controle consiste em criar mecanismos estatais que obriguem o cidadão a fazer o que o estado deseja até atingir as raias do absurdo.

Se não cumprir a “lei”, a vida social, profissional e financeira do cidadão fica prejudicada ou até inviabilizada.

O controle social é bem diferente de modos civilizados de controle da ordem, a exemplo de forças policiais e sistemas jurídicos que não interferem nas liberdades clássicas de toda sociedade livre: a de ir e vir; a de liberdade de expressão; a de ganhar a própria vida; a de comerciar; a de educar seus filhos; a da autodefesa.

O controle social ataca todas essas liberdades e tantas outras decorrentes, e, por isso, é a essência de todo regime totalitário.

Foi assim no estado socialista de Hitler, no estado socialista de Mussolini, e nos socialismos de todos os outros grandes delinquentes: Stalin, Mao, Castro, Pol Pot.

De modo que o esquerdista ser um tarado por controlar a vida dos outros é apenas o reflexo em sua mente da luz revolucionária que incide sobre a fossa sanitária do credo marxista.

Um exemplo bem brasileiro é o do Ciro Gomes falando no Brasil Forum UK, em Oxford:

“Eu quero controle social (…) A humanidade precisa de controle”.

É o mesmo espírito que agora leva os esquerdistas a comemorarem a possibilidade de tirar emprego e liberdade de ir e vir de quem se recusar a tomar a vacina.

Sem contar a gana dos esquerdistas por maior isolamento social, maior rigidez no uso de máscara e perseguição aos médicos que insistam na divulgação e prescrição do tratamento precoce.

Claro que muitos não se acham marxistas por agirem assim.

Eles realmente acreditam que defendem o controle social porque são “inteligentes” e “sensatos”.

Mas é típico e lógico que o inocente útil não tenha consciência da sua condição de inocente útil.

Se um estúpido sabe que é estúpido, com o passar do tempo sua estupidez vai desaparecendo; ou, ao menos, ele aprende a combatê-la, levando, então, uma vida quase normal.

Esse despertar da consciência de si próprio raramente ocorre com o inocente útil, porque ele é vítima não apenas do avassalador gramscismo cultural, mas também de sua própria arrogância e pretensão.

E por falar em Gramsci, claro que esse marxista descreveu o controle social de modo a pintá-lo como uma ferramenta benéfica para trazer a justiça e a felicidade socialista a todos.

Mannheim, um respeitado sociólogo que iniciou seus estudos em um grupo coordenado por ninguém menos do que o demônio Georg Lukács, definiu o controle social como os “métodos pelos quais a sociedade influencia o comportamento humano”.

Notem o truque da novilíngua de trocar “estado” por “sociedade”, passando a ilusão do totalitarismo nascendo naturalmente da vontade popular.

Quem se aventurar pela sociologia, e também pela filosofia política, encontrará uma série de definições espertinhas e bem bonitinhas do que seria o tal do “controle social”.

Mas o fato é um, e apenas um:

O controle social é a antessala do inferno totalitário, e apenas quem não presta ou tem mingau na cabeça comemora e defende esse estado de coisas.

(por Marco Frenette – escritor)

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