Curado com ivermectina, jornalista relata: “Quando você vê gente morrendo, toma até pedra”


O jornalista William Fritzke é apenas mais um entre os milhões de contaminados pelo vírus chinês no Brasil.

Willian fez questão de divulgar a experiência que teve com a doença e a importância do tratamento com medicamentos ‘não comprovados pela ciência’, mas que na prática têm demonstrado que podem ajudar no combate ao covid.

O caso do repórter e sua família, que também foi contaminada, teve um desfecho positivo e, segundo ele, “todos estão bem”.

Ele atribui a cura ao tratamento feito com ivermectina+azitromicina.

“Vi que alguns jornalistas já estão batendo no uso da ivermectina. Quando você está no desespero, com sintomas da Covid-19, e você liga a TV e vê gente morrendo, se o médico te mandar tomar pedra, você vai tomar pedra!”

“Para esses jornalistas que só sabem criticar, o dia que vocês pegarem Covid, caso peguem, e o médico receitar ivermectina, hidroxicloroquina, e até azitromicina, falem para o médico ‘não, eu vou esperar sair uma pesquisa científica’ “.

“Até lá, fiquem em casa tomando água. Cada um é livre para fazer o que quiser. Se o médico avaliza, você acredita no médico. Parem de criar o caos se vocês nem pegaram doença para saber como é.”

“As pessoas querem se curar, querem viver. Temos que ter a cura sim, mas até lá se o remédio é confiável, qual o máximo que vai fazer mal? Matar o vermes?”

Fritzke e a família foram diagnosticados com Covid-19 há poucos dias, mas adotaram o protocolo da ivermectina e azitromicina logo nos primeiros sintomas.

Segundo relato do jornalista, toda a família está curada e já não transmite mais o vírus.


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