Detenta trans do dr. Dráuzio cometeu crimes de estupro, homicídio e ocultação de cadáver de uma criança de 9 anos

Patrícia Moraes Carvalho | 08/03/2020 | 7:14 PM | DESTAQUES DB
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O RETRATO DA IMBECILIDADE HUMANA

(Morganna Lima / internauta)

Nos últimos dias, Rafael Tadeu de Oliveira dos Santos se tornou o assunto mais comentado em todas as plataformas digitais do Brasil.

Susy, como é conhecida, comoveu o Brasil por estar cumprindo pena em regime fechado em uma penitenciária e por estar há 8 anos sem receber uma única visita.

Pois bem, o que a mídia não informou (talvez por ma fé) são os motivos e a tipificação criminal que a levaram a essa situação.

Susy foi condenada a mais de 30 anos de pena em regime fechado sob a acusação de homicídio qualificado e ocultação de cadáver de uma CRIANÇA.

Ela violentou sexualmente, depois estrangulou e escondeu o corpo da vítima, sem nenhuma empatia ou arrependimento.

Susy já havia cometido crimes sexuais contra outras crianças, ainda quando era menor de idade.

Rafael Tadeu de Oliveira Santos (Susy) não é um coitadinho, é um monstro que está pagando pelo crime que cometeu.

Talvez, seja esse o motivo do afastamento de sua família.

PAREM DE ENSINAR NOSSAS CRIANÇAS A TEREM EMPATIA POR ESTUPRADORES E ASSASSINOS. PAREM DE INCETIVÁ-LAS A ESCREVEREM CARTINHAS, SEM ANTES LHES CONTAR O MOTIVO REAL PELO QUAL SUSY FOI CONDENADA.

E, por fim, parem de amar bandidos. Apenas parem!

Esse é o Brasil que eu quero.


O processo no TJ/SP

(Beto Britto) Sempre me atenho a detalhes de algum fato que venha a me intrigar. E esta “comoção” com este cidadão de uma hora pra outra me intrigou pelo seguinte fato:

Porque ele ainda estava preso e há oito anos sem visitas, se no Brasil com 1/6 da pena, com bom comportamento e não tendo cometido crime hediondo, ele já deveria estar na rua?

Me ocorreu que ele poderia ter pegado mais de 30 anos e seu crime não tenha sido comum.

Fui então pesquisar e descobri que a Suzy de Oliveira trata-se na verdade de Rafael Tadeu de Oliveira dos Santos, condenado a 36 anos por ter em 2010 estuprado e matado uma criança asfixiada, o menor de 9 anos Fábio dos Santos Lemos.

Logo entendi o porquê de tantos anos sem visitas.

Ele (a) deixou o corpo da criança apodrecer em sua sala por 48 horas – Juízes criminais levantaram a ficha Suzy de Oliveira

Suzy de Oliveira nasceu homem e foi batizado como Rafael Tadeu de Oliveira dos Santos e está preso desde 2010. Segundo o seu processo, Suzy “em uma segunda-feira do mês de maio de 2010, na Rua Santa Catarina, nº 34, no bairro União de Vila Nova, na Comarca da Capital, o revisionando praticou atos libidinosos consistentes em sexo oral e sexo anal com o menor Fábio dos Santos Lemos, que à época contava com apenas 09 anos de idade.

Consta, também, que logo após o ocorrido, com a finalidade de assegurar a impunidade pelo crime anterior, o peticionário matou o ofendido mediante meio cruel, consistente em asfixia, e se valendo de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, haja vista tratar-se de criança, com mínima capacidade de resistência”.

Além disso, durante o processo, Suzy afirmou que era vizinho do menor, tinha conhecimento que ele passava o dia desacompanhado e aproveitou o momento da ausência da mãe para efetuar o crime. Segundo ela, de forma premeditada se aproveitou de um argumento para entrar na casa do menor, e praticou o “infante atos libidinosos consistentes em sexo oral e sexo anal, matando-o em seguida”.

A tia de Suzy, Carlita Teixeira dos Santos, afirmou que a sobrinha já possuía um longo histórico de problemas e abusou que cometera no passado. “Ele roubava, mentia, não ia para a escola, até doze anos coisas de criança, mas depois dos doze começou a roubar com arma, usava maconha. (…) Fiquei sabendo que ele trabalhava na padaria e foi acusado de estar abusando de uma criança de três anos e os parentes da criança foram na minha casa atrás dele, querendo matar ele. Fiquei sabendo que ele foi passar férias na casa do irmão e tentou estuprar meu sobrinho de cinco anos, quatro a cinco anos. (…) Na escola era acusado de pular o muro da escola, ir no banheiro passar a mão em alguém, roubava os professores, de estupro (…)”, afirmou Carlita.

Na decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), a Corte avaliou a intensidade do crime, a premeditação, o histórico de má conduta social de Suzy, sua periculosidade exagerada e personalidade deturpada.

Portanto, “corretamente fixou as penas básicas em patamar bastante superior ao mínimo legal (13 anos de reclusão para o crime de estupro de vulnerável e 25 anos de reclusão para o delito de homicídio)”.

Depois de sua história ganhar repercussão, Suzy decidiu não conceder mais entrevistas.

A rede Globo, até o momento, não se pronunciou sobre a reportagem ou omissão cometida no caso de Suzy.





 

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