É tudo pelo bem da coletividade. Será?

Amanda Nunes Brückner | 12/01/2021 | 10:52 AM | MIDIA
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(Rodrigo Miceli – escritor)

O problema não é “apenas” a vacinação obrigatória, mas sim o precedente que ela abre.

A fundamentação das decisões deixou bem claro:

O indivíduo tem de ser protegido de si mesmo, “de sua própria desinformação” (?) e o bem da coletividade está sempre acima da liberdade individual.

Ou seja, você NÃO PODE TER SUAS PRÓPRIAS CONVICÇÕES E NÃO PODE TOMAR SUAS PRÓPRIAS DECISÕES.

Há uma elite iluminada que pensa por você e que dita o que você pode ou não fazer.

Para muitos, uma vacina durante uma Pandemia parece algo razoável a se fazer, ainda que ignorem completamente os riscos do caráter experimental da vacina e do próximo passo, que será condicionar o ir e vir a um “passaporte vacinal”.

Mas e se a elite iluminada determinar, por exemplo, que ninguém mais deverá comer carne?

Já vemos uma campanha forte neste sentido.

E se disserem que deveremos parar de comer carne para salvar o mundo porque a agropecuária está destruindo o meio ambiente e, no mais, isto fere o Direito dos animais?

O que você vai fazer?

Sua liberdade de comer carne não estará acima do “bem estar da coletividade”.

Se o mundo está em risco, simplesmente pare!

E se disserem que deveremos parar de consumir bebidas alcoólicas, pois isto causa violência doméstica e acidentes de trânsito?

Pelo “bem estar da comunidade”, você vai ter de parar!

A histeria impede as pessoas de verem as implicações de longo prazo, dos precedentes que estão sendo abertos.

As pessoas não entendem que estão transferindo o poder de suas próprias mãos para as mãos de outrem.

Será mesmo que você é incapaz de cuidar da própria vida?

Será que esta elite iluminada tem seu bem-estar, o da sua família e o da sua comunidade sempre em mente?

Ou eles têm seus próprios interesses de classe, políticos e econômicos?

 

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