Ele descobriu um ‘esquema’ na Vale, denunciou e seu avião caiu misteriosamente

Amanda Nunes Brückner | 04/02/2019 | 12:00 AM | MÍDIA
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Texto abaixo reproduzido das Redes Sociais (autor:Valdir Grando Junior)

Hoje vim apresentar esse cara pra vocês. O nome dele é Roger Agnelli e ele foi presidente da Vale de 2001 até 2011.

Durante sua gestão, mais de 100 mil empregos foram gerados e a Vale chegou a ultrapassar a Petrobrás em valor de mercado, algo inacreditável se considerarmos que a Petrobrás é uma petrolífera.

Roger também foi eleito como um dos brasileiros mais influentes de 2009 e entrou pro ranking dos 4 melhores CEOs do mundo (pela revista Havard Business Review).

Roger descobriu um esquema de corrupção dentro da Vale, envolvendo consultores ligados ao PT, oportunidade na qual enviou uma carta de três páginas para a até então presidente, Dilma Roussef, relatando sobre a situação e esperando que providências fossem tomadas.

E elas foram. O que ele não sabia é que a providência tomada pela presidente seria enviar Guido Mantega até o Bradesco, maior acionista da Vale e credor do governo, com a missão de pressioná-los a demitir Roger Agnelli.

E ele foi demitido mesmo. Na inexistência de uma justificativa para tal decisão, utilizaram o argumento de que se tratava de um “corte de gastos”.

Em 2016, o avião em que ele estava com sua esposa e filhos caiu (em um dia ensolarado), mas não se pôde detectar a causa da queda porque o mesmo não tinha caixa preta.


São Paulo, 19 de março de 2016 (texto via G1)

O empresário Roger Agnelli, ex-presidente da mineradora Vale, morreu na queda do avião monomotor de sua propriedade sobre uma residência na Casa Verde, Zona Norte de São Paulo, na tarde deste sábado (19).

Sua mulher Andrea e dois filhos, Ana Carolina e João, também morreram no acidente.

Por ser um monomotor, o avião não possuía caixa-preta.

O Modelo CA-9, americano, voava em testes para o empresário desde 2012.



Um último detalhe

Após enviar uma carta a Dilma alertando sobre a corrupção na cidade de Parauapebas, que era administrada por um prefeito petista, Agnelli, então diretor da Vale, foi demitido por influência de Dilma.

Anos depois ele foi identificado como uma possível testemunha no caso de Pasadena.

Antes que pudesse prestar depoimento, ele morreu em um acidente de avião.


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