EUA, França e Austrália obtêm excelentes resultados e cura para o Covid-19 pode estar próxima

Guilherme Santiago | 19/03/2020 | 3:23 PM | INTERNACIONAL
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EUA

O governo dos Estados Unidos aprovou hoje (18) o uso da cloroquina para tratar a nova variante de coronavírus.

Em discurso horas atrás, o presidente Donald Trump declarou:

“Poderemos disponibilizar esse medicamento quase imediatamente. Já passou pelo processo de aprovação. Reduziram muito o tempo, muitos meses. Poderemos disponibilizar esse medicamento mediante receita médica.”

O tratamento foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA), órgão que supervisiona a comercialização de medicamentos nos EUA.

França

O professor Didier Raoult, especialista em doenças infecciosas e diretor do Instituto Mediterrâneo de Infecção de Marselha, na França, realizou uma pesquisa em 24 pacientes com Covid-19.

Seis dias após terem começado a tomar a cloroquina, o vírus tinha desaparecido em 75% deles.


Austrália

Drogas usadas para tratar o HIV e a malária poderão ser usadas para combater o coronavírus, afirmam cientistas.

Uma equipe de especialistas em doenças infecciosas da Universidade de Queensland, em Brisbane, alega que a cloroquina combinada com o lopinavir/ritonavir conseguiram eliminar as infecções por COVID-19.

A cloroquina é um medicamento utilizado no tratamento da malária e a combinação supressora do lopinavir/ritonavir (antirretroviral utilizado no tratamento de pessoas infectadas pelo vírus HIV) mostraram resultados promissores em testes realizados com humanos e fizeram o vírus ‘desaparecer’ em pacientes infectados.

O pesquisador de Queensland, professor David Paterson, disse que espera inscrever pessoas em ensaios farmacêuticos em larga escala até o final do mês.

Paterson disse que não seria errado considerar os medicamentos como um possível “tratamento ou cura” para a infecção respiratória mortal.

Ele explicou que, quando o medicamento para o HIV lopinavir/ritonavir foi administrado a pessoas infectadas com o coronavírus na Austrália, o fato acabou levando ao ‘desaparecimento do vírus’.

“É um tratamento potencialmente eficaz. Os pacientes acabariam sem o coronavírus em seu organismo após o término da terapia”.

Embora o tratamento tenha sido eficaz em alguns casos, não houve testes controlados (como manda o protocolo) para testar o novo medicamento em larga escala, disse o professor Paterson.

“Na primeira onda de pacientes chineses que tivemos (na Austrália), todos se saíram muito, muito bem quando foram tratados com o remédio contra o HIV”

“O que queremos fazer no momento é um grande ensaio clínico em toda a Austrália, analisando 50 hospitais … vamos comparar o uso de somente 1 medicamento [lopinavir/ritonavir] versus a combinação dos 2 medicamentos juntos [lopinavir/ritonavir + cloroquina] “, disse o professor Paterson. .


 

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