Geração Greta: Revolucionários juvenis cujo único adjetivo justo é INÚTIL

Amanda Nunes Brückner | 29/05/2020 | 11:29 PM | MÍDIA
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Quando a Greta diz que roubaram os sonhos dela, eu realmente fico encabulado.

A última geração que sonhou de verdade foi a dos anos 90.

De lá pra cá só se produziu sociologia precoce.

A geração crítica desdenha do passado que apresentou com ternura o rumo da ciência e tecnologia que desfruta hoje, ao mesmo tempo que não entrega absolutamente NADA.

Eu vi jovens da década de 80 e 90 sonhar em com o comunicador do Space Ghost e sorrirem 2 décadas depois com vídeo conferência no smartphone.

Vi a mesma turma sonhar com carros voando como os Jetsons e De Volta Para o Futuro, e vi a Mooler se empenhar no objetivo e entregar o produto que só não chegou ao mercado por complicações legais.

E a geração Greta? Com o que especificamente sonhou? Com a destruição da família?

Se não fosse Stan Lee e Kevin Feige, essa geração não teria absolutamente nada para sonhar, foi a nostalgia das mesmas décadas desdenhadas que produziu alguma coisa a título de misericórdia desses revolucionários juvenis cujo único adjetivo justo é INÚTIL.

O mundo está um tédio, um marasmo sem prazo para terminar.

Quem não se empenhar na luta política acabará vendo seus filhos transformados em ativistas da utopia contaminados pela síndrome de Peter Pan que produz adolescentes de 45 anos, dependentes dos pais e reclamando do mundo.

Esse atraso da humanidade ninguém poderá pagar: o único pagamento possível ao que estes desgraçados fizeram com nossas gerações contemporâneas é o mármore do inferno.


(Ricardo Roveran – Colunista de Cinema e jornalista)

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