Gilmar soltou o prefeito que escondeu dinheiro na panela

Amanda Nunes Brückner | 15/06/2018 | 6:23 PM | BRASIL
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Preso pela Operação Prato Feito, da Polícia Federal, Átila Jacomussi (PSB) foi acusado de desvios em contratos para o fornecimento de merenda escolar.

Jacomussi é prefeito de Mauá e foi flagrado (no dia 9 de maio) na posse de dinheiro vivo – na casa dele, a PF encontrou R$ 87 mil em espécie, dos quais R$ 80 mil estavam escondidos na cozinha, dentro de uma panela.

O Ministério Público Federal o denunciou criminalmente por lavagem de dinheiro.

No último dia 16, a defesa do político entrou com um pedido de habeas corpus no STJ e recebeu uma negativa do órgão.

Já na tarde de hoje (15), o ministro Gilmar Mendes decidiu mandar o prefeito de Mauá para casa.

Mendes sustentou que ‘a prisão provisória continua a ser encarada como única medida eficaz de resguardar o processo penal’:

“Não vejo, no caso, razões a justificar a restrição da liberdade de locomoção do paciente”, anotou o ministro do STF.

Ele ainda destacou que há uma “conjuntura de abusos relativos a decretações de prisões desnecessárias’ no país.“

Nós concordamos com Gilmar … há realmente uma “conjuntura de abusos relativos”, mas por parte do próprio Gilmar.


 

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