Gilmar soltou preso que doou R$ 50 mil para seu Instituto, diz MPF

Amanda Nunes Brückner | 06/06/2018 | 6:39 PM | BRASIL
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Após o digníssimo magistrado ter soltado 20 presos num período inferior a 30 dias, a força-tarefa da Lava-Jato no Rio decidiu reagir.

O MPF entrou com um pedido de suspeição contra Gilmar Mendes.

No documento, que é focado na relação da Fecomércio com o IDP (instituição em que o ministro é sócio-fundador), os procuradores alegam que a Fecomércio foi presidida desde o início dos anos 2000 por Orlando Diniz.

Diniz é um dos 20 ‘sortudos’ que foram libertados recentemente por Mendes.

Ele só deixou o cargo na entidade após sua prisão, em fevereiro de 2018.

A força-tarefa esclarece que as investigações apontaram um pagamento de R$ 50 mil (feito pela Fecomércio ao IDP) no ano de 2016, durante a gestão de Diniz na entidade.

Diniz também patrocinou três eventos promovidos pelo IDP, alega o MPF.

“O aprofundamento das investigações trouxe à tona fatos que evidenciam a eventual suspeição ou impedimento do ministro Gilmar Mendes em feitos relativos ao réu Orlando Santos Diniz”, diz o pedido.

O pedido de suspeição foi encaminhado nesta tarde à PGR, Raquel Dodge, que atua em nome do MPF junto ao STF.

Gilmar Mendes não se pronunciou sobre o assunto.


 

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