Grupo Médicos Pela Verdade abandona redes sociais: “Perseguição, sofrimento e censura”

Patrícia Moraes Carvalho | 09/02/2021 | 9:15 AM |

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(Portugal – O Observador)

O grupo Médicos Pela Verdade, que contesta o excesso de atitudes drásticas em relação à pandemia de Covid-19, suspendeu (no domingo) todas as páginas nas redes sociais e o site do movimento.

Alfredo Rodrigues, coordenador do grupo, confirmou, numa live de Facebook, que no domingo houve uma reunião entre os membros que “decidiu acabar com o grupo tal como se conhecia”.

Ele justifica o encerramento do movimento pela situação em que algumas pessoas estavam:

“Alguns membros tiveram de sair devido à perseguição e o sofrimento de terem sido vetados (censurados)”.

O movimento é contra a utilização de máscaras de forma generalizada, contesta a utilização de testes PCR e é contra o isolamento de pessoas assintomáticas.

Divulgava os seus artigos através das redes sociais e de artigos de opinião.

Na página oficial do ‘Médicos Pela Verdade’, o comunicado fala de um “ambiente concentracionário e repressivo que vem sendo acentuado desde a fundação, que esbarrou com a vontade do grupo em divulgar ciência e em expor alternativas através de artigos de revisão de trabalhos científicos de alta qualidade”.

“Continuaremos do vosso lado de outra forma, com outra tática, mas sempre com a determinação e coerência que nos caracterizam”, lê-se no comunicado.

O coordenador justifica o término do grupo com o fato de não haver apoio suficiente por parte dos cidadãos:

“Chegamos ao limite do sofrimento”, diz, acrescentando que “havia médicos na linha da frente” a lutar pelos seus ideais, “mas a esmagadora maioria dos membros do grupo falhou sempre, quando era necessário estar presente”. “Tendo em conta o desgaste e os resultados que obtivemos junto à população vamos ter de repensar a nossa forma de colaborar”, revela.

Para Alfredo Rodrigues, houve também uma “lição” a ser retirada desta experiência , que diz que a “ditadura” em Portugal ainda não acabou, considerando que o Governo trata de maneira “totalitária e autoritária” os cidadãos:

“Esta nação não é uma nação, é uma amálgama de gente em que cada um faz o que puder para lixar o próximo”, diz o coordenador, revelando que há pessoas “a perseguir aqueles que não usam máscaras”.

“Não querem saber o que está por detrás desta loucura, obedecem cegamente e aproveitam este apoio dado pelas autoridades”

No entanto, Alfredo Rodrigues acredita que o grupo vai continuar, mas a repensar “a forma de estar na crise”.

Anunciou ainda que vai haver uma reunião na próxima semana para decidir “o que irá acontecer, se é que irá acontecer alguma coisa” ao Médicos Pela Verdade.

 

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