Hoje eu senti vergonha de ser chamado de ser humano, senti vergonha alheia

Amanda Nunes Brückner | 02/03/2019 | 8:30 PM | MÍDIA
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(Aline Sanches | Texto adaptado do internauta Marcos Mendes)

Hoje eu senti nojo da nossa raça, senti vergonha de ser chamado de ser humano, senti vergonha alheia.

Hoje eu pude perceber até que ponto o ser humano consegue ser cruel, maldoso, egocêntrico, maquiavélico, frio e chegar ao ápice da maldade.

E toda essa maldade veio à tona porque um menino “inocente” (que por acaso era neto do ex-presidente LULA) faleceu de maneira trágica.

Vi mulheres, que provavelmente têm filhos, postando frases odiosas e fazendo piadas com a morte de uma criança de apenas sete anos.

Gostaria de saber qual é o sentimento de prazer que elas tiveram enquanto tripudiavam em cima da dor de uma mãe (e de um pai) que viram uma criança partir precocemente.

Hoje eu sinto vergonha de ser brasileiro e de fazer parte dessa cultura de quanto mais maldade, melhor … quanto mais preconceito, melhor … quanto mais ferir o próximo, melhor.

Depois não adianta postar ‘textinhos’ falando sobre Deus, família e Brasil acima de tudo.


“Que as nossas diferenças políticas não nos privem da solidariedade que nos torna humanos. Uma criança está morta. Nada pode ser mais doloroso ao coração de uma família”

“Deveria ser natural à condição humana poder discordar, contestar, protestar, tomar partido, sem que isso se transformasse em ódio pelo outro, satisfação em ver nele os desdobramentos naturais da finitude que é de todos nós”.

(Padre Fábio de Melo – 02/03/2019) 


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