Líder do MST voltar a ameaçar o país com conflitos e violência

Amanda Nunes Brückner | 20/08/2018 | 12:00 AM | BRASIL
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O “baderneiro-mor” do MST, João Pedro Stédile, ganhou espaço na grande mídia (nem tão grande assim) para se gabar da “marcha de alienados vermelhos” que segue rumo a Brasília para pressionar o TSE para o registro da candidatura do condenado Lula.

Em artigo publicado na Folha de S. Paulo, o comunista declarou:

“Se Lula não for candidato, as eleições serão uma fraude, pois impedirão que a maior parte do povo tenha o direito de escolher quem deseja para a Presidência. E as crises se aprofundarão e teremos mais quatro anos de conflitos, violência e agravamento das desigualdades sociais.”

Um dia antes da prisão de Lula (6 de abril) José Rainha Júnior, líder da Frente Nacional de Luta Campo e Cidade (FNL) – traduzindo: líder da frente nacional baderneira – também ameaçou o país com uma guerra civil.

Na época, Rainha prometeu mobilizar um exército de 8 mil homens:

“Eu já havia alertado que a prisão do Lula poderia incendiar o país. Estamos mobilizados nas ruas e praças para defender o direito de nossa liderança que dedicou toda sua vida pela liberdade e justiça social no País. Nosso pessoal está pronto, só esperando a hora certa de entrar em ação.”

Nada que umas boas balas de borracha não resolvam!


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