Maia e Alcolumbre voltarão ao ‘baixo clero’, mas perigo ainda é iminente

Patrícia Moraes Carvalho | 07/12/2020 | 3:02 AM | POLÍTICA
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(Amanda Nunes)

Edson Fachin e Luís Roberto Barroso votaram neste domingo contra a possibilidade de Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia se reelegerem para as presidências da Câmara e Senado, respectivamente.

Dessa maneira, formou-se maioria para barrar a recondução para um mandato subsequente dentro da mesma legislatura.

Ministros que já haviam votado contra a reeleição:

Luiz Fux,  Marco Aurélio, Cármen Lúcia e Rosa Weber.

Ficaram vencidos os ministros Gilmar Mendes (relator), Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski e Kassio Nunes Marques.

Há que se destacar alguns pontos:

A) Com essa decisão, o Supremo não cairá nas graças do povo  … ou seja, decisões anteriores absurdas (como soltar líderes de quadrilhas, absolver corruptos, tirar poderes do presidente da República durante a pandemia, inventar inquérito para perseguir conservadores, etc … ainda continuam sendo a marca desastrosa da Egrégia […sic…] Corte.

B) Maia e Alcolumbre não darão ‘ponto sem nó’ … eles ainda podem alterar o texto da CF a toque de caixa ou até mesmo eleger ‘laranjas’ para continuarem com os desmandos no comando do Congesso.

Nós brasileiros já sabemos como é a relação desses dois poderes:

“Você me salva aqui, que eu te salvo acolá”


 

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