Médica relata: “Há algo sério acontecendo. PROIBIR medicações que antes eram de venda livre?”

A POLITIZAÇÃO DA MEDICINA

》》não deixe de assistir o vídeo no final da matéria《《

Hoje atendi um paciente que não quis tomar hidroxicloroquina no começo da doença porque não gosta do Bolsonaro.

Isso me fez refletir muito sobre alguns fenômenos que tenho observado.

No começo do Covid19 minha preocupação era meus pais idosos e com fatores de risco.

Eu não sabia nada sobre a doença e até os artigos chineses eram muito controversos … ficava sem entender porque em uma SARA (Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo) não usavam corticoides.

Quando começaram a falar da hidroxicloroquina como uma droga perigosa, fiquei indignada … eu a uso na minha prática diária há 15 anos.

Para mim, receitar hidroxicloroquina é como receitar Novalgina, e esse foi o primeiro sinal de alerta para minha inteligência: O que está havendo?

Porque estão promovendo o temor a uma medicação tão antiga e tão conhecida?

Ora, se ela não funcionar, os médicos vão abandoná-la!

Além de tudo isso, eu tive um sonho perturbador, sonhei com um furacão negro com muitas almas subindo aos céus.

No sonho eu era pequena e ficava angustiada … muito angustiada.

De repente eu ganhei asas brancas longas e voei.

No meio do furacão, eu conseguia tirar algumas pessoas que “subiam” … mas eu só conseguia tirar algumas.

Isso me deixou tão inquieta que me pus a estudar.

A cada novo artigo, lá estava eu lendo … algumas tabelas e dados me pareciam difíceis de analisar.

Mas segui estudando e conversando com colegas que também só queriam entender.

Interleucinas, resposta imune, revisão de conceitos sobre exames, aprender sobre a fisiopatologia da doença, etc … e a tal hidroxicloroquina + azitromicina (que não é usada como antibiótico aqui, mas por suas propriedades antivirais e anti-inflamatórias já descritas) e tudo mais que aparecia nos coquetéis de quem estava tentando.

O segundo alerta à minha inteligência encontrei numa edição do Harrison em Inglês de 1992 (se não estou enganada), estava lá a descrição da hidroxicloroquina/cloroquina como um agente antiviral.

Novamente fui estudar, está descrito na literatura e há vários estudos sobre a ação antiviral do “quinino”.

Virologistas a conhecem de longa data.

Os trabalhos nas fases hospitalares e com pacientes já graves mostravam resultados ruins com a droga e pouco promissores.

Mas por incrível que pareça, estudos continuaram sendo feitos e uma vez publicados, eram comemorados por algumas classes de especialistas e pela imprensa.

Tantos medicamentos sendo testados para o Covid e logo a hidroxicloroquina precisou ser atacada!

Estranho, não?

Quando entendemos que a replicação viral do Sarscov2 era mais precoce que a replicação do Sarscov isso fez completo sentido.

Um dos primeiros trabalhos que li foi de Didier Raoult … ali percebi que a proposta do tratamento precoce era o que mostrava bons resultados.

A publicação apressada foi feita a pedido de vários médicos e foi despublicada … logo depois, ele apresentou um trabalho muito maior feito em 4 grandes centros e com estatísticas muito significativas.

Fui atrás do serviço da Prevent, porque tinham perdido tantos pacientes no começo e depois conseguiram mudar os resultados.

O que tinham feito? Novamente tratamento precoce e associação de medicamentos.

Eu sempre usei zinco para a imunidade, mas há muito tempo não estudava suas propriedades e percebi que precisava revisar … as doses me deixavam confusa.

Ali entendi a ‘razão de ser’ da dose usada pelo Dr. Zelenko nos Eua (além de ser um ionóforo que ajuda aumentar a ação da hidroxicloroquina, na dose usada tem ação antiviral descrita).

Me coloquei a procurar substâncias que pudessem agir se ligando ao receptor ACE2 prevenindo a infecção e sua progressão … encontrei a lactoferrina (cara no Brasil e difícil da achar, é um suplemento alimentar), já tem trabalho sobre ela para Covid19.

Eu escutava o que as sociedades de especialistas diziam e passei a me incomodar com a torcida contra e até um certo prazer seja por questões políticas …  depois percebi que,  por graves questões de conflitos de interesses, muitos médicos no Brasil não tem o hábito de declarar.

Mas enfim, me chamou a atenção a necessidade não só de falar que não funciona mas também PROIBIR o uso das medicações.

Medicações que antes eram de venda livre…

Interessante que o tão temido efeito – as arritmias graves – eles não conseguiram documentar ou justificar suas argumentações.

No meio do caminho fui encontrando outros médicos que também queriam entender.

Que não se importavam com política, sociedades de especialistas, só queriam entender.

Precisávamos salvar um paciente, um irmão, um pai, um amigo.

Assim nasceu uma família de médicos de todas as especialidades que estão se ajudando, tentando, conversando, no Brasil e no mundo, gente que revisitou páginas e páginas de livros e artigos científicos sem paixão.

Perdemos muitas vidas, mas não as daqueles que chegaram em fase precoce … muitos pacientes chegaram em fase tardia, quando a associação de drogas já não funciona mais.

Uma coisa posso lhes dizer: nasceu entre esses colegas uma verdadeira irmandade.

Ninguém recebe de laboratórios, ninguém recebe nada de Ongs internacionais, muitos perderam seus empregos, muitos foram humilhados e difamados publicamente, e a única coisa que ganhamos foi salvar alguns pacientes que chegaram cedo.

Ajudamos mais médicos a entenderem o que estávamos fazendo.

Em nossos grupos – no Brasil todo – não perdemos nenhum colega médico, a não ser dois irmãos que já entraram doentes e em fase avançada.

Ontem teve alta de mais um colega.

Observando, temos diminuído em média de 48 a 62% as internações em UTIs, mas ainda perdemos
muitos pacientes para a fase tardia da doença.

O ideal é a fase 1, golden day – 48h de sintomas – principalmente nos pacientes de risco.

Nos pacientes sem comorbidade, do quinto ao sétimo dia de sintomas e entrando na fase 2a.

Depois disso, a diferença estatística nos grupos despenca e não há muito a fazer.

Posso lhes dizer pelas estatísticas dos serviços da Unimed de Belém, em Natal , em São Paulo (na Prevent), na HPM aqui em Goiás e nos colegas que entraram nos grupos e começaram a nos acompanhar, que a medicação adianta (resolve).

Já são vários serviços, muito aprendizado.

Quanto à ivermectina, novamente ação sinergica … sozinha pouco ajuda, mas o único trabalho que mostrou eficácia não pode ser jogado no lixo.

Deveríamos ver médicos comemorando: oba, mais uma arma.

Mas novamente vemos alguns muito bravos (sempre os mesmos) querendo destruir a tentativa.

Estranho isso … enquanto nós, do lado de cá, tentamos saber se ela (hidroxicloroquina) pode ajudar, me soltam um estudo onde simplesmente deixaram de fazer o medicamento nas primeiras 24, 48h de sintomas.

Mal foi publicado o estudo e já apareceu em vários jornais da imprensa comum em menos de 1h.

Há algo muito sério acontecendo, uma batalha política, financeira e espiritual.

Que Deus ilumine as mentes dos médicos e os façam servir em prol do bem e da vida.


(Texto atribuído à Doutora Helen Brandão)


Conselho científico capitaneado pelo empresário Carlos Wizard Martins conta com cerca de 10 mil profissionais que apoiam o protocolo médico que trata pacientes logo aos primeiros sinais da doença com medicamentos como a cloroquina e a azitromicina.

confira no vídeo abaixo (fonte Veja):

 


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