Mercosul é inútil e não passa de um ‘puxadinho’ do Foro de São Paulo

Amanda Nunes Brückner | 23/01/2019 | 10:26 PM | BRASIL
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Quando foi criado, em 1991, o Mercosul (aliança entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai ) tinha a intenção (pelo menos no papel) de fomentar o mercado de importações e exportações entre os países membros.

Em 1996, Bolívia e Chile tornaram-se membros associados, que se diferem dos membros efetivos (citados acima) pelo grau de integração no bloco e pela não adoção integral da Tarifa Externa Comum (TEC), característica que torna o Mercosul uma União Aduaneira.

O mesmo caminho foi adotado pelo Peru em 2003 e pela Colômbia e Equador no ano seguinte.

Em 2012, a Venezuela também passou a ser um membro efetivo do grupo.

Infelizmente, três germes se instalaram no órgão com o objetivo de minar o progresso e a ascensão continental: a corrupção, os governos socialistas e a instabilidade econômica dos países membros. 

Tomado por uma onda de governos autoritários e com inclinações totalmente esquerdistas, o continente perdeu a chance de alcançar seu potencial máximo e galgar novos patamares.

As estatizações incessantes, especialmente na Venezuela e na Bolívia, retiraram a credibilidade internacional dos países e afastaram investimentos estrangeiros.

O MERCOSUL, união de livre comércio entre Argentina, Brasil, Uruguai, Venezuela se mostrou incapaz de promover acordos comerciais rentáveis e benéficos e parece constituir-se de uma troca de favores incessante.

A área de livre comércio e política comercial comum se parece mais um ‘puxadinho’ do Foro de São Paulo e uma aliança de governos comunistas do que um bloco econômico propriamente dito.

A despeito do roubo das unidades da Petrobras na Bolívia, o Brasil continua seus acordos com o país normalmente, sem tomar ou impor nenhuma medida ou sanção significativas.

Colocando interesses ideológicos, partidários (e doutrinários) , um falso coleguismo latino acima da responsabilidade fiscal, idoneidade e transparência em relação aos investimentos e benefícios, o MERCOSUL se tornou uma piada latina.

Agora podemos entender porque é que o ministro da Fazenda declarou que o Mercosul não será prioridade no governo Bolsonaro.


(fonte: Blog Fidelem Nutiun)

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