Ministros negam voto impresso e alguns dão gargalhadas

Amanda Nunes Brückner | 07/06/2018 | 6:15 PM | BRASIL
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Dias Toffoli, em um comentário infeliz, chegou a declarar o seguinte:

“Voto impresso é a mesma coisa que colocar um motor de Fusca numa Ferrari”

Será mesmo, caro Toffoli?

De que adianta ter um carro veloz se o condutor não sabe dirigir? … ou … O que é mais importante, a direção (o rumo) ou a velocidade?

Ficou comprovado que os ministros do Supremo estão se lixando para o cumprimento da Constituição.

Mais do que isso, sem o voto impresso, a apuração continua deixando de ser pública, o que seria fundamental em um regime verdadeiramente democrático.

No mundo cibernético, tudo que é eletrônico (digital) é fraudável … até os computadores da NASA já foram invadidos.

Para se ter uma ideia, o Pentágono ainda possui (para ocasiões de emergência) um sistema de comunicação baseado em rádio frequência […] é o tal “fusca” que Dias Toffoli se referiu.

Mas os senhores ministros ainda conseguem dar boas risadas, afinal os cargos deles independem de política, inflação, taxas de desemprego, taxas de violência, desvios de verbas de estatais, etc …

É triste ver que o único poder que restava já não é mais um ‘poder’.

Ahhh … segundo o portal UOL, a utilização de 30 mil urnas eletrônicas com voto impresso nas eleições deste ano custaria algo em torno de R$ 57,4 milhões aos cofres públicos.

É muito dinheiro, não é mesmo?

Afinal de contas já estão sendo gastos R$ 33 milhões para contratar seguranças armados para escoltar nossos ministros supremos e não iria sobrar dinheiro para investir num processo ‘limpo’ de votação.

Vão-se os anéis e ficam os dedos … quer dizer … Vão-se as urnas e ficam os ministros!


assista o vídeo:


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