Moro coloca ordem no recinto: “Farsa e vitimismo não têm vez neste tribunal”

Amanda Nunes Brückner | 02/10/2018 | 12:19 AM | BRASIL
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No mesmo despacho em que tornou público a delação premiada de Antonio Palocci, o juiz federal negou o pedido da defesa de Lula para que a apresentação das alegações finais no processo fosse adiada.

Nesta ação, de acordo com acusação do MPF, a Odebrecht teria comprado um terreno destinado ao Instituto Lula como pagamento de propina.

Vale destacar que Sérgio Moro só tomou tal atitude em resposta ao advogado Cristiano Zanin, que entrou com um recurso para suspender a ação penal até depois das eleições.

Zanin declarou que a medida “reforça o caráter político dos processos” e que Palocci “mentiu mais uma vez”.

No despacho, Moro já havia antecipado as sucessivas alegações da Defesa (de que Lula é vítima de perseguição política).

“Ninguém está sendo processado ou julgado por opiniões políticas. Há sérias acusações por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Se são ou não procedentes, é questão a ser avaliada na sentença. Terá a Defesa a oportunidade de apresentar todos os seus argumentos nas alegações finais, mas a farsa da invocação de perseguição política não tem lugar perante este Juízo, afirmou o magistrado.


 

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