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Não é o Apartheid, é a China! Afrodescendentes estão sendo despejados de suas casas

Ontem, o Financial Times e a CNN noticiaram que, na China, famílias inteiras de ascendência africana estão a viver nas ruas, com os seus passaportes confiscados, depois de terem sido despejadas das suas casas.

Em Guangzhou, o McDonald’s recusou servir um cliente por ele ser negro e outros estabelecimentos, como restaurantes e mercearias, proibiram a entrada de clientes com base na cor da pele.

As autoridades chinesas selecionam para quarentena obrigatória qualquer um que seja negro, sem outro critério que não a sua etnia, mesmo que tenha vistos e autorizações necessárias.

Quando o New York Times revelou os dossiês dos campos de concentração em Xinjiang, final de 2019, nenhum jornal de projeção nacional deu capa para essa notícia.

Quando a China expulsou jornalistas de Hong Kong, no mês passado, nenhum jornal projetou essa notícia.

Quando o embaixador chinês em Paris culpou a Europa pela pandemia, na semana passada, nenhum jornal deu capa.

Quando o Financial Times e a CNN noticiaram os referidos casos de racismo, nenhum jornal deu capa.

Quando o embaixador da China no Brasil promoveu diversos xingamentos e ironias ao presidente Bolsonaro, nenhuma mídia deu atenção.

A China está literalmente ‘evacuando’ no mundo e atropelando os direitos humanos.


 

 

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