Não vi uma louca, desvairada, querendo machucar o Papa … pelo contrário

Guilherme Santiago | 03/01/2020 | 10:49 AM | INTERNACIONAL
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(Padre Marcelo Tenorio)

Não vi uma louca, desvairada, querendo machucar o Papa. Vi uma católica aflita, preocupada com sua nação, e recorrendo ao “ Doce Cristo na Terra”, como única tábua de alento e salvação!

“ Espere, espere, cuide do povo chinês que está perdendo a fé!”, foi o que ela gritou.

Quando se deseja socorro imediato, não se chega com jeitinho, delicadamente, mas com ímpeto de receber alívio.

Assim os náufragos, assim os que sucumbem! … nenhum gesto de delicadeza pode haver em quem fenece e deseja salvar-se.

Ajudei nas missões de Frei Damião de Bozzano e vi o quanto era perigoso ele andar entre o povo desesperado e querendo sinais, muitos arrancavam-lhe a barba, como relíquia.

Quanto mais um Papa!

Ele para as multidões é sinal , um “sacramento” da pessoa de Jesus na terra.

É preciso carisma, é preciso autoridade divina para descer de um carro, em meio à multidão faminta e doente pela guerra e abrir-lhe os braços paternalmente, dando-lhe alento e, depois, retirar-se ileso, como Pio XII.

Não, não vi uma louca, vi uma devota aflita, uma grande devota do “ Doce Cristo na Terra”.


Papa pede desculpas

Depois de dar um tapa na mão da mulher, o pontífice se desculpou.

“Muitas vezes perdemos a paciência. Isso acontece comigo também. Peço desculpas pelo mau exemplo de ontem”, afirmou o líder religioso na varanda do palácio apostólico e momentos antes da reza do Angelus.


 

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