No Paraná, passageiro armado evita assalto em ônibus e cancela CPF’s de 3 assaltantes

Edson Jorge Silveira | 13/02/2020 | 2:05 PM | COTIDIANO
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(PRF / Assessoria Evangélico Mackenzie / Rede Massa de comunicação)


Assaltantes invadiram um ônibus de turismo com 45 passageiros, que seguia de São Paulo para Brusque, em Santa Catarina, na altura do Km 35 da BR-116, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os passageiros relataram que os suspeitos chegaram em um VW Golf branco e fizeram o ônibus parar na rodovia.

Dois homens renderam o motorista, enquanto outros dois foram até o andar superior do coletivo e começaram o assalto, agredindo e roubando as vítimas.

Eles ainda teriam feito disparos de arma de fogo.

Um passageiro, de 47 anos, que estava armado com uma pistola calibre .380, reagiu ao assalto, atirando contra os suspeitos.

Dois dos homens foram atingidos. Um deles caiu e permaneceu no ônibus e o outro acabou ficando baleado na rodovia.

Um terceiro suspeito pulou a janela e foi atropelado por carros que passavam pela BR.

Durante a troca de tiros, uma mulher, de 62 anos, foi atingida de raspão no rosto.

O motorista conduziu o coletivo até a Unidade Operacional da PRF na BR-116.

O resgate da concessionária que administra a via deu atendimento médico à idosa.

Ela foi socorrida para o Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul.

A empresa de ônibus providenciou outro veículo para que os passageiros seguissem viagem.

Uma pistola italiana, utilizada no assalto, foi apreendida.

Por volta das 3h, foram encontrados dois corpos na rodovia, que foram periciados pelo Instituto Médico Legal (IML). Um no km 36,3 e outro no 38.

A empresa responsável pelo ônibus informou que prestou atendimento aos clientes e que permanece à disposição das autoridades para apuração dos fatos.

Segundo a Polícia Civil, o passageiro que reagiu tinha porte de arma na modalidade de colecionador, atirador e caçador.

A Polícia Civil informou que ele foi encaminhado para ser ouvido na Delegacia de Campina Grande do Sul, mas foi liberado porque, segundo a polícia, agiu em legítima defesa.


(PRF / Assessoria Evangélico Mackenzie / Rede Massa de comunicação)

 

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