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Pence não traiu Trump. Ainda tem água para rolar debaixo dessa ponte

Mas o mar de lama que está sustentando essa palhaçada democrata é tamanho que Pence parece ter concordado em sacrificar sua carreira política (ele seria o virtual sucessor de Trump mantido o quadro atual) em nome de uma exposição de tudo o que está ocorrendo nesse momento nos EUA.

O que houve hoje no Capitólio é uma amostra de que as redes, a mídia, as bigtechs e as forças por trás dos democratas detém um poderio excepcional e que não estão aceitando a derrota de maneira alguma.

No entanto, não existe como driblar a constituição americana, e esse sempre foi o ponto defendido por Rudy Giuliani:

Ao fim, não importa o que aconteça, a contagem terá que seguir o procedimento constitucional.

E a cada contestação, segue-se uma reunião das duas casas, para que se decida o que fazer.

Esse é o papel de Pence. Comandar esse processo.

Por que isso pode implicar em sacrificar sua carreira, no meu entendimento só possui uma resposta: Por que as forças do Deep State democrata são tão poderosas que não perdoariam ele por isso, submetendo Mike Pence ao que se conhece como “cancelamento”.

No momento atual, o político republicano que, se mantido o mandato de Trump, está com perfil de sucedê-lo, é Ted Cruz, senador do Texas – e ele está agindo nesse sentido, comandando a reação republicana no Congresso.

A grande mídia está tentando pintar um quadro de guerra civil iminente nos EUA para justificar o que está ocorrendo agora no senado americano: Mike Pence está aceitando a contestação dos resultados eleitorais. No momento, as casas estão reunidas em separado para debater a contestação de Ted Cruz sobre os números do Arizona.

Isso levará ao debate e eventualmente à exposição do que houve durante a apuração. O resultado não é passível de previsão, mas existe tanto a chance da manutenção da certificação de Biden quanto da certificação de Trump.

O legislativo de dois estados recomendou, em documento enviado a Mike Pence, que houvesse essa certificação de Trump ao invés de Biden, chancelado pelo governador do estado.

E nesse caso, prevalece a autoridade do legislativo.

Os estados são Georgia e Wisconsin. Não quer dizer que esses estados já podem ser contados para Trump, mas é um enorme indicativo de que isso deve ocorrer.

Em todo caso, a contagem dos votos seguirá em ordem alfabética, e as contestações, se houverem seguirão pelo mesmo processo que está se verificando no Arizona. A mídia, no entanto, está preferindo preparar o terreno para a narrativa de guerra civil e de golpe republicano.

Não caia nessa.

Não seja otário. A hora não é disso. Você já foi manipulado durante um ano inteiro. Que tal botar um fim nisso e começar a pensar com mais calma e sem tanto catastrofismo de mesa de bar?

A China não é aqui, não manda no mundo, não manda nos EUA. Trump não deu golpe e nem fará isso e não acontecerá uma guerra civil. O noticiário sobre o toque de recolher em Washington é para pintar esse cenário, tirar o foco da contestação dos resultados e tentar abafar a manifestação republicana pró Trump.

Acompanhe os resultados no senado e tenha certeza:

Isso vai demorar
Não será noticiado pela mídia
A China não é aqui, muito menos nos EUA
E faça um favor a você e a seus contatos:
Não seja otário
Um ano inteiro chega, convenhamos…”

(Textos de Maurício Alves)

Sirlei Przybylski
Militarista e Republicana

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