“Pessoas infelizes … obedecendo e andando por aí como pequenos roedores”

Guilherme Santiago | 25/11/2020 | 6:10 AM | DESTAQUES DB
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Primeiro foram as máscaras de tecido … agora é o álcool

De acordo com a OMS, somente as máscaras cirúrgicas (ou médicas) podem proteger as pessoas que a usam de serem infectadas e impedir que aqueles que apresentam sintomas espalhem o vírus. A OMS recomenda que os seguintes grupos usem máscaras médicas:

• Trabalhadores de saúde
• Qualquer pessoa com sintomas sugestivos de COVID-19, incluindo pessoas com sintomas leves
• Pessoas que cuidam de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19 fora das unidades de saúde

Máscaras cirúrgicas também são recomendadas para os seguintes grupos de risco, quando estão em áreas de transmissão generalizada e não podem garantir uma distância de pelo menos 1 metro de outras pessoas:

• Pessoas com 60 anos ou mais
• Pessoas de qualquer idade com comorbidades de base, como doença cardiovascular ou diabetes, doença pulmonar crônica, câncer, doença cerebrovascular e imunossupressão

Já as máscaras de tecido não cirúrgicas estão sendo usadas por muitas pessoas em áreas públicas, mas as evidências sobre sua eficácia são limitadas e a OMS não recomenda seu amplo uso entre o público para o controle da COVID-19.

O uso de máscaras não é necessário para pessoas que não apresentem sintomas respiratórios. No entanto, máscaras podem ser usadas em alguns países de acordo com os hábitos culturais locais.


Mais de 80% do álcool em gel do País não combatem Covid-19

Um estudo da Universidade Federal do Paraná (UFPR) mostrou que uma parte dos fabricantes de álcool gel está mentindo para os consumidores.

Pelo levantamento, 80% das amostras eram irregulares e ineficazes na prevenção contra a covid-19.

A maioria das amostras analisadas pelos professores do departamento de química da universidade tinham teor alcóolico inferior ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O certo é cada embalagem conter um teor entre 68% e 72% de álcool.

Em entrevista à CBN de Curitiba, o professor responsável pelo departamento, Anderson Barison, disse que:

“… se as pessoas utilizarem um álcool gel que não tenha a porcentagem de álcool adequada, não terão proteção para matar o vírus impregnado nas mãos ou outro local”

“Se você colocar uma quantidade mínima de álcool etílico, ele vai ter o cheiro de álcool, então não tem como o consumidor saber se o álcool é de boa qualidade. Por isso é muito importante que as pessoas solicitem a análise pra gente, que mandem essa amostra”, orientou Barison.

Com apenas meio miligrama separado em um vidrinho e enviado pelos Correios, a equipe da UFPR já consegue fazer a análise. O endereço da UFPR é o seguinte: Av. Cel. Francisco H. dos Santos, 100, Jardim das Américas, Curitiba, Paraná.

Qual a solução então?

Distanciamento … essa é a palavra chave … sem hospedeiro, o vírus não sobrevive!

Vírus só sobrevivem se parasitarem outros organismos.

 


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