Por onde ele passa, vemos apenas seis ou sete ‘miseráveis’ reunidos

25/08/2021

Da Grande Solidão do Molusco

por Marco Frenette – Jornalista e Coordenador do Centro de Informação e Referência da Cultura Negra (CNIRC)

Por onde o Molusco passa, vemos apenas seis ou sete ‘miseráveis’ reunidos, e nada mais.

Se somar com seus seguranças e outros serviçais pagos com dinheiro público, e mais um ou outro desocupado curioso, temos a “multidão” de vinte ou trinta pessoas.

Foi assim no Piauí, no Rio Grande do Norte, e tem sido em todo lugar por onde essa vergonha nacional insiste em arrastar seus tentáculos gosmentos.

O Molusco é xingado nas ruas, nos hotéis e nos eventos, e não consegue encher nem pequenos auditórios. É um ser desprezado e desprezível.

Esse seria o fim político de um criminoso se não tivéssemos a imprensa e as instituições aparelhadas, que a despeito dessa realidade mostrando que o animal está sozinho, forjam pesquisas e notícias dizendo que está liderando a corrida eleitoral.

A solidão do Molusco é um indicador muito claro de que ainda há brasileiros honestos.

Esses brasileiros honestos não estão, evidentemente, concentrados nos partidos de esquerda e nem nas instituições que apoiam suas agendas. Eles estão concentrados nas manifestações que apoiam o Brasil e Jair Messias Bolsonaro.

Aquele Jair que pretendem roubar nas urnas e depois mandar prender por crime inexistente.

 

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