Prisão preventiva não pode ser retrocedida e deve ser um compromisso do próximo presidente

Amanda Nunes Brückner | 13/10/2018 | 12:05 PM | BRASIL
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“Sinceramente, deveria ter decretado mais” disse o magistrado

Durante o III Simpósio Nacional de Combate à Corrupção, em Salvador (BA), o juiz Sergio Moro falou declarou que a prisão preventiva “é excepcional, mas às vezes é necessária e não contraria o devido processo”.

De acordo com números apresentados pelo Ministério Público, a Lava Jato efetuou 115 prisões preventivas:

“Sinceramente, dada à magnitude do caso, acho que deveria ter tido mais”, disse Moro.

O juiz explicou que as prisões preventivas foram importantes para Lava Jato e mandaram uma mensagem de “basta” para a sociedade em relação à corrupção.

Em relação às conquistas nos quatro anos de Lava Jato, Moro citou a importância da criação de forças-tarefas:

“A PF e o Ministério Público têm que colocar as diferenças de lado, que são compreensíveis, para trabalharem juntos nessas investigações”, declarou, acrescentando que dentro do Judiciário brasileiro houve uma grande cooperação.

“Tivemos uma corte de apelação (TRF-4) em Curitiba que deu sustentação às nossas decisões, uma corte de apelação no STJ, conduzida principalmente pelo ministro Felix Fischer, que deu o suporte para as decisões tomadas lá em Curitiba, e tivemos um Supremo Tribunal Federal que deu suporte”, explicou Moro, destacando as atuações do falecido ministro Teori Zavascki e Luiz Edson Fachin.


(fonte: Conjur)

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