Procurador Estadual ataca Gilmar Mendes e denuncia: “Processo eleitoral é uma arapuca”

Amanda Nunes Brückner | 09/10/2018 | 6:23 AM | BRASIL
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Procurador Felipe Marcelo Gimenez denuncia fraude no processo eleitoral

O procurador do Mato Grosso Sul Felipe Gimenez, r defendeu a contagem pública de votos, durante sessãona CCJ do Senado sobre o voto impresso.

“Um dos pilares da democracia está sendo quebrado. O exercício do voto é secreto, mas a contagem deve ser pública. A artimanha da urna é que ela estende o segredo do exercício do voto até a última etapa.”

Felipe explica que a contagem de votos é um ato administrativo que está submetido ao princípio da publicidade e que tal ato “é nulo se não for tornado público.”


vídeo gravado em março de 2018


Professor da Unicamp que conseguiu provar insegurança nas urnas mudou de país

link do twitter do Professor

De acordo com o site Tecmundo, em junho deste ano, o pesquisador Diego Aranha deixou o Brasil para dar aulas na Dinamarca, especificamente na Universidade de Aarhus:

“A decisão veio de uma desilusão generalizada com o estado completamente disfuncional do país. A (in)segurança da urna eletrônica é apenas mais um exemplo infeliz”, resumiu Aranha sobre a mudança.


Em junho deste ano, o STF barrou o voto impresso nas eleições. O relator da ação foi o ministro Gilmar Mendes

Fonte: Senado Federal (Agência Senado)

O professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Diego de Freitas Aranha coordenou uma equipe de profissionais num teste de segurança promovido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2017.

A missão deles, mostrar possíveis falhas no sistema de votação eletrônica adotado no Brasil, foi concluída com êxito.

O especialista foi um dos convidados da audiência pública realizada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, nesta terça-feira (6), sobre segurança do voto eletrônico e implementação do voto impresso nas eleições gerais de 2018.

No último dia de testes tivemos progressos

“Conseguimos, por exemplo, alterar mensagens de texto exibidas ao eleitor na urna para fazer propaganda a um certo candidato. Também fizemos progresso na direção de desviar voto de um candidato para outro, mas não tivemos tempo de testar esse tipo de ataque” explicou.

Segundo Diego, a equipe dele trabalhou em condições piores do que trabalhariam verdadeiros fraudadores, devido a restrições técnicas e de tempo impostas pelo tribunal, mas ainda assim foi possível explorar pontos vulneráveis para adulterar o software de votação e entrar no ambiente da urna eletrônica.

Segundo o professor da Unicamp, o resultado não foi surpresa, visto que todo software é potencialmente vulnerável.

Por isso, é importante o registro físico para que a escolha do eleitor seja resguardada de outra forma.

“Esse é um entendimento da comunidade técnica internacional e segue a experiência de outros países. Não há país no mundo que tenha migrado para a votação eletrônica que não use o registro físico do voto como mecanismo de transparência. O registro físico é inegociável. É um instrumento básico de transparência” afirmou.

O professor lembrou que há cinco anos participou de testes semelhantes feitos pelo TSE […] na ocasião a equipe dele elaborou um ataque que quebrava o sigilo dos votos.

“Demonstramos que era possível recuperar os votos da urna em ordem, sabendo exatamente como votaram o primeiro, o segundo, o terceiro eleitores e assim sucessivamente” disse Diego.



Conseguimos manipular os códigos das urnas, diz especialista da Unicamp


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