Professora destila ‘ódio do bem’ nas redes: “Se Deus quiser, morram todos de Covid, de câncer, de AIDs, do que for”

10/12/2020

*** áudio no final do post ***

Professora na Escola Municipal Guerino Zugno, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, Monique Emer se tornou alvo de críticas nas redes sociais após afirmar, entre outras coisas, que quanto mais pessoas “de direita” morrerem de Covid-19 “é melhor”.

Monique, que leciona para o ensino fundamental, é investigada desde 2018 por violência contra colegas professores e denúncias de bullying contra alunos.

As falas teriam sido motivadas pela revolta da professora após a derrota do candidato à prefeitura do município apoiado por ela, Pepe Vargas, do PT.

Em publicações nas redes sociais, Monique fala em “canalizar a revolta incendiária de estudantes” e sobre professores poderem “potencializar isso”.

(por Marco Frenette – jornalista e escritor)

“Já que não podemos fuzilar, que vão tudo fazer bandeiraço e que, se Deus quiser, morram todos de Covid, de câncer, de AIDs, do que for. Morram todos: jovens, velhos, crianças.”

“Se você não consegue se atualizar para viver nesse mundo, de fato você é um peso na terra e já deveria tá morto. E esses sempre são os caras conservadores, moralistas, escrotos, né?”

“Tem que morrer, tem que morrer, tem que morrer! Porque gente conservadora é boa a sete palmos embaixo da terra!”

Ela continua:

“A direita só se combate na ponta do fuzil. Por isso é que sou comunista, porque o que fizeram em Cuba está certo, porque eu acho que tem que matar mesmo, porque nem as próximas gerações valem alguma coisa.”

E sobre uma política de partido rival do PT, ela diz:

“Ela é de direita! Quero que ela tenha um cabo enfiado no rabo dela até sair pela boca. Ela merece ser fuzilada, ela e todos os burgueses!”.

Sobre como ela acha que se deve fazer “política”:

“Tem coisa que só se resolve botando fogo em ônibus, quebrando mercado, quebrando banco, saqueando mercado, saqueando loja.”

Ela se orgulha de ensinar tudo isso para seus alunos e também para seus próprios filhos.

Reparem bem: ela é professora e recebe salário do Estado brasileiro para ensinar seus filhos e seus alunos a matar conservadores, a saquear, a depredar, a empalar rivais políticos, e a não fazer nenhuma distinção entre crianças, jovens e velhos durante as execuções.

Mas ela não é a única.

É apenas o exemplo mais cristalino de uma horda a serviço da “revolução”. E, ao fim, ela apenas verbalizou o que todo esquerdista e isentão, sem nenhuma exceção, pensa e deseja, embora não tenham a coragem psicopática de uma Monique Emer para virem a público e expor o que realmente são.



 

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