“Quem votar a favor de retirar R$ 500 milhões da saúde, deve ser tratado como inimigo do Brasil”

Amanda Nunes Brückner | 08/12/2019 | 6:15 PM | BRASIL
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O Congresso Nacional está tirando dinheiro de saúde, educação e infraestrutura para inflar o fundo eleitoral

Além do corte de R$ 500 milhões na saúde, o relatório ainda prevê cortes na educação (R$ 280 milhões), na infraestrutura e desenvolvimento regional (R$ 380 milhões).

Inconformado, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, declarou:

“Infelizmente, ontem, nós fomos surpreendidos com a retirada de R$ 500 milhões da saúde, do Orçamento, para poder alocar no fundo eleitoral, sendo que a saúde, eu tenho certeza, vai ser o principal tema da eleição de 2020 em todos os municípios.”

O senador Jorge Kajuru também criticou, de maneira enfática, o relatório do Projeto de Lei Orçamentária de 2020 da Comissão Mista de Orçamento do Congresso que retira recursos das áreas da saúde e educação para aumentar a verba do Fundo Eleitoral:

“Quem votar a favor de retirar R$ 500 milhões da saúde para dar ao aumento do Fundo Eleitoral, tem que ser inimigo do Brasil e assim ser tratado!!!”


Hospitais

O valor de quase R$ 500 milhões seria suficiente, por exemplo, para construir dois hospitais de médio porte, cada um deles com capacidade para atender 450 pessoas por dia, 10 mil consultas especializadas e 1.300 cirurgias por mês.

Ambulância

Com 500 milhões também poderíamos comprar 3125 ambulâncias tipo UTI ou realizar 250.000 sessões de quimioterapia ou ainda realizar mais de 700.000 tomografias.


 

 

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