Regime comunista ordena confisco de cães de estimação


(via New York Post)

O ditador norte-coreano Kim Jong un ordenou que cães de estimação sejam confiscados na capital do país, dizendo que os animais representam a “decadência” ocidental.

Proprietários dos pets temem que seus bichinhos estejam sendo sacrificados alimentar o povo.

Em julho, Kim emitiu uma diretiva para capturar os animais de estimação alegando que eles faziam parte de “uma tendência contaminada pela ideologia burguesa ” declarou uma fonte ao Chosun Ilbo, jornal sul coreano publicado na língua inglesa.

“As pessoas comuns criam porcos e gado em suas varandas, mas funcionários de alto escalão e os ricos possuem cachorros de estimação, o que desencadeia um certo ressentimento entre as classes mais baixas” disse a fonte.

Famílias que possuem cães de estimação estão sendo identificadas pelas autoridades e os animais são confiscados e abatidos à força.

“Alguns dos cães são enviados para zoológicos estatais ou vendidos para restaurantes de carne de cachorro”.

Um relatório recente da ONU afirmou que cerca de 60 por cento dos 25,5 milhões de habitantes da Coréia do Norte estão enfrentando “escassez generalizada de alimentos”, que foi agravada por sanções internacionais impostas ao regime por seus programas de mísseis nucleares. 

A carne de cachorro é considerada uma iguaria na Península Coreana, embora a tradição de comer cães esteja desaparecendo gradualmente na Coreia do Sul. 

No país de Kim Jong un, o melhor amigo do homem é apenas um item no menu e a capital Pyongyang possui vários restaurantes dedicados a cães.

A carne de cachorro é mais popular nos meses quentes e úmidos do verão, pois acredita-se que forneça energia e resistência. 


 

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