Projeto Cuba Archive aponta que regime de Fidel Castro fuzilou 17 mil pessoas

Patrícia Moraes Carvalho | 26/03/2019 | 12:00 AM | DESTAQUES DB
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De acordo com documentos oficiais do projeto “Cuba Archive”, organizado por cubano-americanos residentes em Nova Jersey (EUA), o chamado “Paredón” cubano vitimou ao menos 3.820 pessoas

PORÉM, os fuzilamentos na ilha desde a instauração do regime de Fidel, podem ter chegado à casa dos 17 mil

Cuba manteve (na década de 60) cerca de 20 mil oponentes políticos atrás das grades.

Os coordenadores do projeto “Cuba Archive”, existente desde 1996, compilaram documentos e depoimentos desde 1959 até a data de hoje – os dados estão disponíveis no site (www.cubaarchive.org).

Há outras três estimativas citadas por analistas e historiadores sobre o “paredón” cubano.

O “Livro Negro do Comunismo” (Bertrand Brasil, 1999), relata que entre 15 mil e 17 mil pessoas foram fuziladas.

Já o livro “Cuba, Cronología, Cinco Siglos de Historia, Política y Cultura”, de 2003, do historiador cubano Leopoldo Fornés-Bonavía, estima que ao menos 4.000 oponentes ao governo foram fuzilados até o final de 1961.

Hugh Thomas, historiador britânico e autor de “Cuba or The Pursuit of The Liberty” (1971), diz que em torno de 5.000 foram fuzilados até 1970.

E pra quem ainda acha que Fidel foi uma boa pessoa, o Google está aí […] basta perder um tempinho e pesquisar.


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