Richthofen ganha ‘texto de apoio’ escrito por feminista e esquerdistas vão ao delírio

Amanda Nunes Brückner | 09/02/2020 | 9:04 AM | MÍDIA
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O psiquiatra forense Lyle Rossiter, autor do livro A MENTE ESQUERDISTA, dizia que o esquerdismo é uma doença mental e uma série de problemas psiquiátricos que podem acontecer durante a formação da personalidade deste tipo de pessoa … “

” … a agenda esquerdista recomenda a negação da responsabilidade pessoal, incentiva a auto-piedade e outro-comiseração, promove a dependência do governo, assim como a indulgência sexual, racionaliza a violência, pede desculpas pela obrigação financeira, justifica o roubo, ignora a grosseria, prescreve reclamação e imputação de culpa, denigre o matrimônio e a família, legaliza todos os abortos, desafia a tradição social e religiosa, declara a injustiça da desigualdade e se rebela contra os deveres da cidadania.

Pois bem …

Uma página do facebook chamada ‘Esquerda sem demagogia’ [classificada como uma suposta página de humor que satiriza a histeria da neo-direita brazuca] decidiu escrever e compartilhar um texto exaltando a presidiária Suzane von Richthofen, aquela que, com a ajuda do namorado, matou os pais a pauladas enquanto eles dormiam.

A psicopata ganhou um texto de ‘apoio’ na internet … praticamente uma declaração de amor.

O artigo é uma espécie de ‘louvor’ a Suzane e classifica a criminosa como “ícone na luta contra o patriarcado e centralização da família”.

Qualquer pessoa considerada ‘normal’ percebe que o texto é uma espécie de ironia à atitude monstruosa cometida pela facínora Richthofen … até mesmo a nata do crime organizado [com exceção dos políticos de esquerda] possui um ‘código de conduta’ e jamais perdoaria uma delinquência dessa natureza … mas …

… esquerdistas digitais [com Q.I. de ameba] estão espalhando o texto como se fosse uma espécie de ‘cartilha da libertação’ …

Ressaltando que as palavras abaixo foram escritas por uma tal de “Ana Laura”, que se autointitula como “feminista”.

Confira na íntegra:

“Suzane von Richthofen era mais uma menina de classe média alta, criada nos bairros nobres de São Paulo sob a tutela de uma família heteronormativa, tradicional e hierarquizada. Filha de um engenheiro com uma psiquiatra, Suzane foi vítima de toda uma máquina de pensamento e alienação burguesa, gerando uma compreensível revolta sem precedentes.

No entanto, algo que não é percebido pela sociedade, é a maneira corajosa com que Suzane decidiu desvencilhar-se de todos os ideais forjados a base de preconceito e racismo. Ao invés de seguir vivendo uma vida submissa a base de mimos, viagens caras e cursos de medicina, Suzane tomou o ato corajoso e empoderado de matar os próprios pais.

Com essa atitude, Suzane libertou-se completamente da “educação” burguesa e patriarcal que a vitimou, além disso, rompeu com paradigmas sociais importantíssimos relacionados à hierarquização da família, heteronormatividade, e a dependência sentimental a princípio inexorável entre progenitores e proles.

Se a posteriori os pensamentos de arrependimento de Suzane a consumiram isso é algo que nós não sabemos. O que nós podemos dizer, é que Suzane conseguiu sair de uma bolha a qual fora criada durante quase 20 anos, cometendo o ato mais extremo possível para alcançar sua liberdade.”


link da postagem na rede social …

 

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