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“Risco de arritmia grave é praticamente inexistente” diz secretário do Ministério da Saúde

Hélio Neto, secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, declarou que “praticamente inexiste” algum risco de arritmia grave em pacientes que usam a dose correta de hidroxicloroquina no tratamento inicial da Covid-19.

“Há várias casuísticas publicadas no mundo inteiro, série de casos contendo milhares de pacientes, evidências que também foram analisadas pelo Ministério da Saúde, e essas evidências mostram que, no tratamento precoce, com a dose correta preconizada, segura, com uso há mais de seis décadas, praticamente inexiste ou é relativamente muito pouco o risco de ter uma arritmia grave ou algum problema que agrave a condição do paciente” disse.

Neto ainda apontou que a declaração não trata de pacientes graves, quando o coração é afetado pela doença e não pelo fármaco em si, e nem nos casos de superdoses, como aplicações de quantidades “de até 400% acima do normal


E no caso de hipertensos, diabéticos e cardíacos? Leia a matéria abaixo …

Medicamento é apontado como ‘aliado’ da hidroxicloroquina para uso em hipertensos e diabéticos

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