STF vetou aumento no salário de professores e alegou grave risco de lesão à economia

Amanda Nunes Brückner | 11/11/2018 | 7:00 PM | BRASIL
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MAIO DE 2018

Ao acolher um pedido do governo do estado de SP, a ministra Cármen Lúcia suspendeu uma decisão judicial que estendia a todos os professores da rede estadual um reajuste do vencimento básico para equiparar o salário dos mesmos ao piso salarial nacional de R$ 2.455,35.

O argumento foi de que a extensão de índice de reajuste (a toda a carreira de magistério público estadual) importaria grave risco de lesão à ordem e à economia públicas.

AGOSTO DE 2018

O Supremo Tribunal Federal decidiu, por 7 votos a 4, incluir no orçamento de 2019 a previsão de reajuste salarial de 16,38% para os ministros da Corte.

Atualmente em R$ 33,7 mil, o salário dos ministros poderá ultrapassar R$ 39 mil a partir de 2019.

Vale ressaltar que a ministra Cármen Lúcia votou contra o aumento do próprio salário, porém foi vencida por seus colegas.

Moral da história …

O STF trata aumento de salário para professores como grave risco de lesão à ordem e à economia e aumento de salário para ministros do Supremo como correção de defasagem salarial.


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