Subprocurador da República dá aula de direito para advogado de Lula

Amanda Nunes Brückner | 18/07/2019 | 8:40 AM | BRASIL
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O pedido [da defesa de Lula] se resume a um “mero inconformismo”,  “desprovido de real embasamento”

Após a ‘fanfarronice’ digital protagonizada pelo site IntercePT, a defesa do ex-presidente Lula foi ao STJ pedir a anulação da condenação no caso do Triplex.

Pois bem … o subprocurador da República Nívio de Freitas enviou uma manifestação ao STJ e demonstrou a que nível chegou o ‘amadorismo’ da defesa de Lula.

Freitas declara que, no pedido, Cristiano Zanin (advogado do ex-presidente) limitou-se apenas “a fazer referência às notícias veiculadas na imprensa com os respectivos links da matérias na nota de rodapé da petição, na qual, ainda, constam somente alguns dispositivos legais e precedentes judiciais”.

Noutras palavras: Zanin queria soltar Lula baseado nas matérias publicadas pelo IntercePT.

O subprocurador continua:

“ … não trouxe qualquer prova efetiva que embasasse o seu pleito, ainda mais quando se está a discutir a veracidade e higidez dessas referidas interceptações de autoridades, realizadas ao arrepio da lei e utilizadas para aviltar e desacreditar as instituições republicanas de combate à corrupção.”

 


 

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