Suposto hackeamento de grupo contra Bolsonaro é ‘conversa pra boi dormir’

Amanda Nunes Brückner | 16/09/2018 | 6:49 PM | MÍDIA
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(Amanda Nunes Brückner para o Diário do Brasil)

Na última semana, após a divulgação do datafolha (em que Jair Bolsonaro aparece com 26% das intenções de voto – o dobro do 2º colocado), uma nova polêmica tem sido criada pela ‘nobre’ mídia nacional.

Um grupo criado no facebook chamado ‘Mulheres Unidas Contra Bolsonaro’ passou a ser o assunto principal dos grandes veículos de comunicação.

O tal grupo, de acordo com informações, teria a participação de mais de 1 milhão de mulheres que se posicionam contra o presidenciável do PSL.

Até aí tudo bem … nada de ‘anormal’ […] estamos em uma suposta ‘democracia’ e todos têm o direito de expressar suas opiniões políticas.

Acontece que a ‘nobre’ mídia (num movimento coordenado) tem espalhado notícias de que o tal grupo foi hackeado e os tais ‘hackers’ trocaram o nome para “Mulheres com Bolsonaro #17″. 

Tudo balela!

Trata-se de uma ação de marketing (em conluio com a esquerda) para tentar (vamos repetir … tentar) enfraquecer Bolsonaro.

1) Em primeiro lugar, o facebook é uma das plataformas mais seguras do planeta e dificilmente alguém conseguiria hackear o aplicativo.

2) Somente pessoas que criaram o tal grupo (que são os administradores) poderiam alterar o tal nome.

3) O interesse repentino da grande mídia pelo assunto só nos dá uma certeza: trata-se de uma ação coordenada.

Portanto, não acreditem nessa estratégia fracassada de marketing criada pela esquerda […] não existe a tal invasão no facebook!


“Quando todo o sistema falido se une contra uma única pessoa, é sinal que estamos no caminho certo”


 

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