Todo esquerdista é um adepto e/ou um incentivador da violência


O truque dos violentos e a boa-fé das ovelhas

por Marco Frenette

Todo esquerdista, sem nenhuma exceção, é um adepto da violência e/ou um incentivador da violência.

Todos os ídolos da esquerda são homens violentos e assassinos: Fidel Castro, Maduro, Che Guevara, Marighella, Stálin, Adélio – todos adeptos de eliminar fisicamente as pessoas honestas e trabalhadoras que não aceitam o esquerdismo como solução para a humanidade.

Os esquerdistas, assumidos ou isentões, são contra apenas um tipo violência: aquela que se volta contra os criminosos e contra os defensores de criminosos, ou seja, que se volta contra eles próprios.

É por isso que os esquerdistas são contra o direito à autodefesa, porque autodefesa é pura e simplesmente uma reação contra a criminalidade, e criminalidade é sinônimo de esquerdismo.

Pelo mesmo motivo, os esquerdistas são contra a polícia, os militares e o armamento dos cidadãos honestos, porque essas três categorias da nossa sociedade usam a violência para se defender da violência da criminalidade esquerdista.

Reparem que não estou escrevendo, estou desenhando. Continuemos.

É por amar a violência, sobretudo a revolucionária, que os esquerdistas lutam para proteger bandidos por meio do desencarceramento, redução de pena, audiências de custódia, compra de juízes e processos contra policiais.

Os esquerdistas defendem bandidos porque defender bandidos é também defender a si próprios.

O raciocínio lógico está claro até aqui? Continuemos.

Para ilustrar o modus operandi da criminalidade esquerdista, peguemos a área de comunicação da máfia.

Uma imagem rodou o Brasil: a de um grupo de antifas tentando linchar um rapaz pacífico que sequer esboçou reação.

O linchamento foi primeiramente impedido por um cidadão, mas os criminosos só correram porque viram a polícia se aproximar.

Jornalistas normais teriam feito matérias denunciando o escândalo de grupos organizados de esquerda tentarem linchar, em plena rua do Rio de Janeiro, um jovem pacífico e solitário pelo “crime” de vestir uma camisa amarela da Seleção, representando, naquele contexto, um apoio ao governo federal.

Emissoras como a Globo, Bandeirantes, CNN e Record exibiram essa cena de agressão e início de linchamento como uma das cenas do suposto “confronto entre manifestantes pró-democracia (os agressores) e apoiadores de Bolsonaro (o jovem sozinho e indefeso que quase foi linchado)”.

O fato de departamentos inteiros, com diretores, redatores, cinegrafistas e âncoras, de várias emissoras, se prestarem ao serviço sujo de acobertar a violência esquerdista que é explícita e óbvia, é uma das provas da frase inicial desse desenho:

Todo esquerdista, sem nenhuma exceção, é um adepto da violência e/ou um incentivador da violência.


(por Marco Frenette – jornalista, escritor, editor e diretor de comunicação)
 

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