CIÊNCIA recomenda tratamento precoce. Deixar de tratar é crime

Guilherme Santiago | 13/01/2021 | 7:31 PM | DESTAQUES DB
Want create site? Find Free WordPress Themes and plugins.

The American Journal of Medicine — edição de 1º de janeiro de 2021

O tradicional periódico médico norte-americano apresentou um estudo defendendo o tratamento precoce em pacientes contaminados com a praga chinesa.

A publicação afirma que a medicina preventiva e a medicação administrada em tempo adequado ajudam a diminuir a necessidade de internações hospitalares, inclusive em Unidades de Terapia Intensiva … ou seja, O TRATAMENTO PRECOCE PODE SALVAR SUA VIDA!

O artigo científico cita o sucesso da combinação de antivirais e vitaminas, citando, inclusive, o zinco, a azitromicina e a hidroxicloroquina, medicamentos utilizados no protocolo do governo federal para o enfrentamento da pandemia causada pela covid-19.

Para o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a busca por ajuda deve ser imediata com o surgimento dos primeiros sintomas:

“Entendemos que não devemos deixar as pessoas em casa aguardando uma falta de ar”

“É fundamental que a população saiba que só vamos ganhar essa guerra quando todos procurarem atendimento médico logo após os primeiros sintomas. A informação, aliada ao tratamento precoce, tem salvado muitas vidas.”

Omissão de Socorro


Sou defensora das vacinas, mas, para justificá-las, não podemos conceber abandonar a população, sem tratamento, à própria sorte!

Todos os doentes de COVID que conheço foram tratados! Com antibióticos, antiinflamatorios, anticoagulantes, vermífugos, cortisona.

Agora, querem punir os médicos? Querem calar quem esteve no front? Agora só valem as vacinas?

Precisamos trabalhar nas duas frentes: prevenção (vacinas) e tratamento (com o que há disponível).

Se não há remédio para COVID, há para os efeitos.
Essa demonização do tratamento parece até lobby para vender vacina.

Acredito não ser, mas parece!

(Janaina Paschoal)

 

Did you find apk for android? You can find new Free Android Games and apps.