Uma dezena de homens fracos e sujos controlando mais de 200 milhões de pessoas

Amanda Nunes Brückner | 01/12/2020 | 7:11 PM | MIDIA
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O Brasil de hoje tem
Muito sabe tudo
Muito adivinho
Muito ativista virtual
Muito analítico
Muito militante
Muito estrategista de boteco
Muito (de) formador de opinião
Muito cientista de Facebook
Muito médico no Instagram
Muito valentão de twitter
Muito candidato
Muito herói “do bem”
Muito artista lacrador
Muito submisso
Muito, mas muito covarde
E enquanto isto, nos falta apenas um líder
Unzinho bastaria…

Um país com cerca de 207 milhões de habitantes, onde já ocorreram 160 mil mortes por COVID, o que representa 0,07 % da população, está à mercê de gente que não presta.

Isto é triste. Lamentável e o interesse não é salvar vidas, já está bem claro.
É meramente político. Um jogo assustador de poder e mais poder.

Uma média de sete mortes para cada cem mil brasileiros é o quadro até aqui.

Durante o período eleitoral, a mídia combinou com o vírus e este, misteriosamente, tirou férias, pegou “leve”.

Eleições decididas ele voltou, em menos de 24 horas, com força total para que imprensa e governantes voltem apavorar 99.993% dos brasileiros.

Ninguém faz absolutamente nada, afinal questiona-los é crime, pois a “siensia” dita as regras pra esta gente DOMINAR a população.

Uma dezena de homens fracos e sujos controlando duas centenas de milhões de seres humanos calados e assustados.

A conta não fecha. Orwell acertou a profecia.

Uma solução?

Talvez Alan Moore deveria se tornar matéria obrigatória nas escolas.

Uma de suas lições possivelmente mudaria o quadro:

“O povo não deve temer seu estado. O estado deve temer seu povo.”


(da página A Toca do Lobo

 

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