Verdevaldo sumiu

Amanda Nunes Brückner | 24/07/2019 | 8:30 AM | BRASIL
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Glenn Greenwald e seus parceiros ainda não apareceram no Twitter. Será que eles passaram a noite trancados no banheiro?

Três homens e uma mulher foram detidos ontem (23) por supostamente estarem envolvidos no ataque hacker ao celular de Moro e Dallagnol.

Durante toda a madrugada, a PF ouviu o depoimento dos suspeitos, presos por determinação do juiz Valisney de Oliveira, da Justiça Federal do DF.

Um dos alvos da Operação Spoofing, da Polícia Federal, é Walter Delgatti Neto.

Delgatti se tornou ‘mais ativo’ no Twitter a partir de 27 de maio, dias antes da primeira matéria anti-Lava Jato publicada no portal The IntercePT, cujo responsável é o militante esquerdista norte-americano Glenn Greenwald.

O primeiro tuíte (imagem abaixo) curtido pelo suposto hacker, após seu retorno ao Twitter, foi postado por… Glenn Greenwald, o Verdevaldo.



Em seu perfil na rede social, há diversas postagens relacionadas ao Intercept e outras pedindo “Lula livre”, além de críticas severas à Lava Jato e ao presidente Jair Bolsonaro.

Destacado em seu perfil, aparece um tuíte fixado com uma fala do ministro Gilmar Mendes, onde o magistrado discursa contra a criação de um fundo privado com recursos da Petrobras recuperados pela Lava Jato. (ou seja, um discurso anti-Lava Jato)



No dia 20 de junho, Delgatti postou uma espécie de “dica” sobre como confirmar a autenticidade das mensagens roubadas dos celulares de Dallagnol e Moro:

“Mesmo apagando tudo, os caches ficam no celular, eles são arquivos fragmentados, sem o conteúdo da mensagens, mas com todas saídas e entradas de mensagens, EX: 23/04/2016 15:15:17 saiu uma mensagem, 15:30:18 recebeu uma, e se comparado com o material vai confirmar autenticidade!”, escreveu.



A última postagem do suposto hacker no twitter, momentos antes de ser detido pela PF, diz respeito a um ataque cibernético contra o celular de Paulo Guedes, ministro da Economia … ele compartilhou uma matéria do blog petista Brasil247 e comentou:“Aí vem coisa hein kkk”.



O que a PF quer saber?

Quem pagou para que eles (os supostos hackers) invadissem os celulares das autoridades? (se é que foram eles)

Se eles foram pagos e participaram das invasões, quanto eles receberam?

Como e quando o pagamento foi feito? Foi uma encomenda?

Quando foi que o hackeamento começou?

Verdevaldo, o ‘artista’ que publicou as mensagens, participou das negociações e/ou de algum pagamento?


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