Vulva gigante deu ruim: “Pepeca racista”

Amanda Nunes Brückner | 04/01/2021 | 1:01 AM | MIDIA
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(texto de Felipe Fiamenghi)

Em uma montanha do Pernambuco foi escavada uma “vagina” tamanho GG. (põe grande nisso: 33 metros!) Nem vou entrar na questão do gosto.

Chamar isso de arte, na minha humilde e desnecessária opinião, é um abuso.

Também não vou entrar na questão estética.

Se a artista fez a “obra” beseando-se na sua própria genitália, aconselho que busque um ginecologista com urgência.

Desconheço a DST que faça a “coleguinha” ficar com tal aparência.

O real bizarro da situação (se é que pode ficar mais) é que o projeto foi financiado com DINHEIRO PÚBLICO, através de patrocínio do SEBRAE.

Afinal, se o Senador pode enfiar dinheiro no orifício anal, porque o SEBRAE não pode enfiar dinheiro na …. (Vocês entenderam).

E ainda piora. Segundo a “artista”, Juliana Notari, o objetivo da “obra de arte” é “dialogar com questões que remetem a problematização de gênero a partir de uma perspectiva feminina aliada a uma cosmovisão que questiona a relação entre natureza e cultura na nossa sociedade ocidental falocêntrica e antropocêntrica.”.

Só que a “lacração” deu muito errado.

Os “coletivos raciais” problematizaram o fato da “ppk” ser cor de rosa e “não representar a mulher negra, apesar de os trabalhadores que realizaram o “projeto” serem majoritariamente negros”.

Os grupos de defensores do meio ambiente questionaram o fato de a “artista” ter “violado” a montanha com concreto e produtos químicos, além de ter jogado a terra retirada da “construção” em um rio próximo.

O movimento Trans reclamou que a “obra” é discriminatória porque reforça o estereótipo de que todas as mulheres têm vagina (???).

Definitivamente o Brasil não é para amadores.
Se murar vira hospício, se cobrir com lona vira circo, se acender a luz vermelha vira zona!

 

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